Mostrando postagens com marcador Contos Infantis. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Contos Infantis. Mostrar todas as postagens

domingo, 26 de setembro de 2010

HISTÓRIAS E CONTOS DE TERROR

 

SÓ PARA RECOMENDADOS NAO CRIANÇAS

Este conto de terror para não crianças estava incluído no livro em linha da Equação do Amor como anexo, mas considero mais apropriado separá-lo e situá-lo aqui com um título expressivo da falta de interesse geral do mesmo, pois unicamente a algumas pessoas lhes convêm estas histórias para refletir ou conto de terror sobre a Inquisição.
As referidas pessoas podem ser recomendadas a ler grátis este relato ou conto de terror devidamente para que repensem a sua atitude.

Contos de terror Santa Inquisição
 

OS CANALHAS DA INQUISIÇÃO MODERNA

Não podia ser tudo tão bonito e idílico. Há que fazer um pequeno esforço para compreender que mais tarde ou mais cedo, no momento em que alguém abandona o âmbito pessoal interno e tenta comunicar com o resto do mundo, aparecerão numa pequena proporção os canalhas da Inquisição sempre vigiando a ordem estabelecida e adictos aos relatos e contos de terror para não crianças.
Alguns são suaves e inconscientes do seu comportamento real, mas outros se caracterizam pela agonia mental que padecem devido à sua impotência argumental ou ao argumento da sua impotência, em função de como se queira ver, ou seja, a realidade objetiva! E é por se apoiarem na defesa do sistema quando na realidade defendem interesses bastante mais particulares, utilizando variadíssimas técnicas que poderíamos resumir na frase: atirar a pedra e esconder a mão ou ataque em grupo.
Na realidade, os canalhas da Inquisição sozinhos têm medo e não podem ler histórias e contos de terror, nem sequer os relatos muito curtos como este. Alguns confessam que o sangue lhes ferve, demonstrando a sua natureza herbívora.
Para mais informação pode consultar-se a lenda negra e outros contos de terror para não crianças da Santa Inquisição.
Lamento ser tão direto, mas é importante ser consciente da existência destas figuras e não nos deixarmos arrastar pelas suas histórias de terror e medo. A sua existência é co-natural da vida e a todos os sistemas de impulso vital, pois estes necessitam mecanismos de controlo e, com a complexidade, alguns deles apresentam certos desvios em relação à sua função prevista.
Uma pequena revisão da história, do cinema ou da literatura de relatos e contos de terror para não crianças mostra-nos que estão repletas de exemplos deste comportamento tanto reais como fictícios, muitos dos quais são famosos pela sua grande beleza humanista.
Felizmente a própria figura da Inquisição é mais retórica na atualidade. Nalguns sítios utiliza-se especialmente a expressão Inquisição espanhola como figura literária em relatos de terror, mas acho que a Inquisição de outros países não se ficou atrás, ainda que seguramente desaparecesse um pouco antes.
Poderiam contar-se muitas histórias e contos de terror dos canalhas da Inquisição moderna, mas só queria assinalar que idolatram os grandes contistas e gênios da humanidade e se tivessem sido contemporâneos deles poderiam tê-los queimado na fogueira. Ao mesmo tempo, na sua cega defesa da ciência estabelecida desprezam qualquer indício de mudança de paradigma científico.
Muitos destes canalhas modernos tentam justificar os seus atos e histórias de terror com a bandeira do saudável cepticismo.
Claro, não quero dizer nem insinuar que algumas teorias ou idéias não sejam criticáveis ou errôneas, mas referir que há coisas meridianamente claras: uma coisa é a crítica construtiva sobre as idéias, sempre digna de agradecer, e outra a desqualificação pessoal sem justificação, sempre de caráter reflexivo.

HISTÓRIAS VERDADEIRAS DE FANTASMAS

 

Como compreendi que existe o inferno e é vermelho.

Em seguida descrevo uma história verdadeira de terror, com fantasma e tudo, de como descobri, ou melhor, como senti ou compreendi que existe o inferno e que é um conceito vermelho que representa um grande desejo de justiça para os cobardes que abusam dos mais frágeis sem limite.

Foto do inferno
 
  • O INFERNO É VERMELHO

    Era uma vez um técnico e fantasma verdadeiro que se ofereceu voluntariamente e de forma gratuita para fazer um pequeno trabalho; eu pensava que ele era obrigado a fazê-lo, mas não disse nada. Passava o tempo e não aparecia o trabalho prometido. Por alguma razão, eu intuía que o trabalho consistia em pouco mais do que fazer uma fotocópia de um código mágico e dar-ma; passava o tempo prometido e o trabalho do fantasma primava pela sua ausência.
    Eu diria que o fantasma tentava obter uma compensação econômica desproporcionada, porque tinham passado dias, semanas e meses. Tinha passado tanto tempo que o fantasma tinha certa vergonha de falar comigo, mas eu insistia; mais por pura investigação da situação. Com tanta insistência e paciência, o pobre fantasma chegou a dar-me qualquer coisa como uma folha incompleta e mal feita em linguagem FDP.
    Por fim, esta história verdadeira fez-me compreender algo que toda a vida me tinha negado a entender: o inferno existe. Não é fácil pensar num delito cujo castigo deva ser o vermelho fogo eterno; no entanto, para o que abusa ou tenta abusar sem limites da ignorância dos outros, o único castigo justo seria precisamente o inferno porque também não tem limites.
    Ao mesmo tempo, a história verdadeira desta porta ao inferno justifica a necessidade da compaixão para não desejar o olho por olho e ficarmos-nos pelo dente por olho.
    Na história verdadeira eu próprio escrevi o código que necessitava: umas duas páginas formato A4, retocando um pouco a linguagem FDP recebida. Linguagem desconhecida para mim até essa data e, por certo, bastante primitiva.
Ainda que esta história verdadeira de terror sobre o que é o inferno não seja nenhuma exceção, também não considero que seja o caso geral.
Não é que agora acredite que exista o inferno na realidade física. O Também não é de cor vermelha, mas entendo o conceito e a zanga com os fantasmas da história verdadeira de quem definiu por primeira vez as suas características. Mais ainda: suponho que alguma outra história verdadeira de fantasmas o estava rondando…
De todas as formas tenho que agradecer ao fantasma desta história verdadeira a inspiração para compreender que o inferno vermelho é unicamente um conceito bíblico e espero não ser eu fonte de semelhantes inspirações.
Bem, uma coisa é compreender o sentimento de o que é o inferno e outra desejá-lo a sério. Outro conceito bíblico e do direto romano importante é a proporcionalidade do castigo, assim que em vez de condenar ao fogo eterno os fantasmas inspiradores das historias verdadeiras, podemos enviá-los ao vermelho purgatório com um par de milhões de aninhos absolutos pela frente. Para que aprendam!
Ou seja, o inferno existe e é vermelho. Ainda há cépticos?

CONTOS DE MISTÉRIO

 

ADIVINHA DO CONTO DA AVÓ

Tal como com outros contos para crianças online, não crianças e relatos de mistério, o Conto da Avó Ino estava integrado num livro em linha de ciência e agora se enquadrou neste livro em linha especial de contos muito curtos.
A relevância do Conto da avó Ino radica no jogo de palavras e conceitos em forma de adivinha e conto de mistério sobre a experiência como antecedente especial da Teoria da Relatividade. A idéia do relato de mistério online é ressaltar a falta de experiência da Física do princípio do século XX em relação à teoria da gravitação e o medo grátis que provoca que certos erros iniciais se mantenham na atualidade.
Ao mesmo tempo, o citado desenvolvimento da Física utiliza-se como contexto para recriar um conto misterioso online ou adivinha dos diversos graus de parentesco entre experiência e ciência.
O Conto da Avó Ino é uma conjunção de histórias verdadeiras. Uma história, de mães e filhas, cita-se com a autorização da maravilhosa Cristina, outra história refere-se ao ditado popular que diz que a experiência é a mãe da ciência, e a última história verdadeira, refere-se às características do nascimento ou parto da Física Moderna.
Outra característica do Conto em linha da Avó Ino é pertencer à categoria de relatos e contos de medo, pois faz referência às graves deficiências da Física Moderna.
 
 

O CONTO DA AVÓ INO

Comentando a potência da frase “a experiência é a mãe da ciência” no tema concreto da relatividade com a horripilante Alicia, esta disse: “a inexperiência é a filha de...”

Adivinha do conto da avó Ino
 
Por conseguinte, não só tínhamos o mistério ou adivinha de qual era a mãe da inexperiência como também ficava no ar se haveria alguma relação entre a referida mãe e a ciência ou a própria experiência.
Depois de algum tempo de pesquisa difusa e conjunta sobre tanto mistério pensei que devia ser...

A avó da experiência

A Teoria da Relatividade Especial é uma teoria muito ousada, surgiu num momento em que um ramo da ciência não encontrava a forma de seguir avançando; mais ainda, estava retrocedendo, pois leis que pareciam inalteráveis deixavam de cumprir-se quando se tratava o eletromagnetismo, os fenômenos relacionados com a luz ou a estrutura fundamental da matéria.
O despiste total foi proporcionado pela experiência de Michelson-Morley em 1887. Começava a ser urgente encontrar uma saída à embaraçosa situação. A paciência, que nunca ocultou a sua relação com a inexperiência, começava a ser um bem escasso.
Para situarmos melhor nesta história ou relato de medo, recordemos que o elemento radioativo Rádio se descobriu pelo casal Curie em 1898 e o nêutron em 1932.
Estavam reunidas as condições ótimas para que o parto não demorasse muito a cegar. As contrações do espaço e a dilatação do tempo eram cada vez mais notórias. Era uma grande experiência, conseqüência direta do amor e da evolução da inteligência.
Para além disso, a história dos humanos mostra-nos que sempre que tiveram uma leve obsessão com qualquer experiência relacionada com o amor, o medo da morte e qualquer forma de eliminar o inexorável destino que impõe o humilde tempo.
Assim, falando de mistérios e adivinhas, enquanto andávamos rebuscando a mãe da inexperiência, demo-nos conta que devia ser a avó da experiência e a bisavó da ciência. Ainda que possa parecer o contrário, não se trata de um conto feminista, mas tão pouco um relato machista!
De repente apareceu uma teoria que parecia uma loucura científico-filosófica, a suposta experiência do tempo não era o que tinha sido até então, o espaço também não, nem sequer se salvava a massa; tudo dependia do observador e dos óculos que levasse postos.

A inexperiência é a avó da ciência
 
Desde logo, filosoficamente falando era uma teoria muito moderna e matematicamente muito complicada, mas o melhor de tudo é que oferecia uma saída à evolução da ciência física básica.
Dentro da sua gratuita loucura, a nova teoria atava um montão de cabos soltos e não se lhe via nenhum ponto escuro, tudo era luz e os sargentos estavam tranqüilos. Muito pelo contrário, ao ser tão complicada era positivo para os capitães e generais da profissão e o tempo corria claramente a seu favor.
Em pouco tempo começaram a aparecer experiências físicas e mentais que corroboravam as suas predições. Algumas das referidas experiências mentais dão bastante medo, pelo atrevimento que supõem do ponto de vista do método científico e porque parece que não têm experiências melhores. Não têm mesmo!
A ciência começou uma nova era de descobertas e avanços no conhecimento. Não importava pagar o preço de renunciar à lógica e perder a noção intuitiva da realidade física; pelo contrário, puseram-se de moda todo o tipo de mistérios, incertezas, extravagâncias e paradoxos gatunos.
Quem diria que o número de vidas dos gatos tem que ver com a língua utilizada, em português têm sete vidas e em inglês nove. Terão oito em francês? E em árabe?
Outra curiosidade matemática é que nestes temas tão específicos, por vezes, as pessoas mais conhecedoras dos pormenores da teoria e que têm maior experiência são as de clara tendência para o estudo das letras. Suponho que será pelos contos e novelas de divulgação científica de ficção-científica. Que conste que sou um super fã de Star Trek!
Não há que esquecer que os físicos escasseiam ou se escondem para que não se lhes pergunte por... “Jean-Luc ou Nambagua”; ou para não iniciar conversas com os expertos emocionais do parágrafo anterior.
Um último fator que dá medo desta incauta teoria é que depois de aceite e demonstrada, o sistema educativo e a sociedade no seu conjunto tenderão a arrastar os erros eternamente. A maioria não entende nada e os poucos que passaram por duros e relativos exames sobre a realidade e a sua percepção por todo o tipo de observadores, isso sim, com telescópios e microscópios matemáticos olhando através do nevoeiro da filosofia.

A inocência é a avó da experiência
 
A solução para o mistério do Conto da Avó Ino ou adivinha materno-filial é a inocência. Se repararmos no desenvolvimento científico de inícios do século passado comparado com o atual, dar-nos-emos conta que em temas de partículas elementares, da luz e da energia era bastante primário e inexperiente.
A solução dos relatos e contos de mistério da Física gatuna, Coragem e Paciência!

FÁBULA DE PISI

 

Era uma vez, na Califórnia, na costa Oeste da América,
uma família de ovelhas; o papai chamava-se Muto e a mamãe Shiip
e tinham um montão de ovelhinhas, tantas que não sabiam exatamente quantas.
Um dia, o papai, Muto, pensou que era uma boa idéia comprar um
computador
para que as ovelhinhas pudessem jogar Pacman.
Quando o levaram para casa, as ovelhinhas começaram a jogar e adoravam.
Chamavam Pisi ao computador, e gostavam tanto dele
que havia sempre uma enorme fila para jogar
e, quando uma acabava de jogar, ia para o fim da fila para jogar outra vez.

Crianças fábula no computador
 
Para além disso, tratavam o Pisi muito mal,
pressionavam as teclas com muita força
e jogavam sempre Pacman,
dia após dia, semana após semana, mês após mês.
Pisi estava muito aborrecido e estava zangando-se
porque as ovelhinhas não faziam caso ao papai e à mamãe.
Eles diziam-lhes que tinham que pressionar as teclas suavemente,
com doçura e amor e que tinham que deixar descansar o Pisi de vez em quando.
Até que um dia, quando Muto e Shiip tinham preparado a mesa para comer,
chamaram as ovelhinhas para comer, mas não veio nenhuma;
voltaram a chamá-las e, como não apareceu nenhuma, começaram a buscá-las.
Como não as podiam encontrar, começaram a preocupar-se e preocupar-se.
De repente Shiip olhou para o Pisi e apercebeu-se que estava a funcionar sozinho;
então Muto aproximou-se do écran e viu como Pacman
comia uma ovelhinha e a metia num disquete.
Desta forma, apercebeu-se que em cada disquete havia uma ovelhinha,
de modo que as tirou dos disquetes e chamou um técnico para que arranjasse o Pisi.
O técnico disse que tinham pressionado as teclas com muita força
E que tinha estado demasiado tempo a funcionar sem parar,
mas que não era grave e arranjou o Pisi.

Conto inventado com fábula
 
E desde então as ovelhinhas tratavam o Pisi com muita suavidade,
jogavam Sokoban, xadrez e outros muitos jogos
e para além disso paravam algum tempo para que ele descansasse.
E todos foram felizes, jogaram Pacman e vitória vitória,
acabou-se a história, e agora…
DORMIR!

PERNAS LONGAS E PERNAS CURTAS

 

Era uma vez, no coração de África, na Savana,
uma avestruz que se chamava Ostrich; tinha dois filhinhos,
um tinha as pernas muito longas e o outro muito curtas
e chamavam-se Pernas Longas e Pernas Curtas.
Para além disso, para cuidar da casa tinha uma avestruz que se chamava Uuz.

Cuento con moraleja de avestruces
 
O papai Os…ch dizia-lhes todos os dias às avestruzezinhas
que tinham que arrumar todos os brinquedos porque se não,
um dia vinha um elefantinho Fant e levava-os para sua casa.
Pernas Lon… e Pernas Cur…não acreditavam e eram muito
preguiçosos e não ligavam ao papai.
Até que um dia, quando todos estavam dormindo,
O elefantinho …t, que era muito velhaco,
aproximou-se para ver se havia algum brinquedo para levar e,
como era muito brincalhão, levou-os todos.
Pela manhã, quando Pernas Lon… e Pernas Cur…
procuraram os brinquedos e, como não os encontravam,
Foram correndo acordar o seu papai, Os… ch,
que tinha a cabeça escondida na areia
(porque é assim que dormem as avestruzes).
Quando conseguiram acordá-lo, disseram-lhe que não podiam encontrar os brinquedos.
Ostrich respondeu-lhes: Já tinha avisado, mas não se preocupem,
falarei com o elefantinho …t para perguntar-lhe se os tem
e então, como é orgulhoso, vou dizer-lhe que façamos uma corrida
e que se ganho, tem que devolvê-los.
Efetivamente, fizeram uma corrida, para ver quem chegava a uma árvore que se via ao longe, dava a volta e regressava primeiro.
E sabem quem ganhou? Os… E sabem porquê?
Porque ainda que Fant corresse muito, o papai Ostrich era a avestruz
Com as pernas mais longas de todas as avestruzes
e era muito forte e potente.

Conto com moral da história de avestruzes
 
Então, o elefantinho …t devolveu-lhes todos os brinquedos
e, para além disso, deu-lhes dois elefantinhos pequenos de Madeira,
um com pernas muito longas e outro com as pernas muito curtas.
E as avestruzezinhas, a partir de esse dia,
Arrumavam sempre os brinquedos antes de ir dormir.
E todos foram felizes,
vitória vitória,  acabou-se a história, e agora...
DORMIR!

A DOUTORA

By Caroline Sedgwick
Havia uma menina pequena que se chamava Susana 
 e era uma menina muito boa  e era muito bonita  e era muito esperta;
e a sua mamãe  e papai amavam-na  muito.
 E um dia, Susana começou a coxear, não podia andar bem,
 e doía-lhe a perna  e a sua mamãe e papai estavam muito preocupados,
porque não sabiam como tinha acontecido,
nem porque tinha acontecido
nem quando tinha acontecido.
Então decidiram levá-la à  doutora,
então meteram-se no carro  e saíram da garagem,
 e conduziram até ao consultório da doutora,
 e quando chegaram sentaram-se na sala de espera um bocadinho,
 esperando que saísse a doutora.

Cuento de hadas
 
 E quando saiu disse “olá Susana ~ o que é que tu tens?”
 e Susana disse “ai doutora, dói-me a perna, ~ e não posso andar bem.”
 e a doutora disse “pois então entra ~ e deita-te na cama.
 e veremos o que podemos fazer”. Assim, Susana deitou-se na cama.
 E a doutora começou a tocar a perna esquerda (como se estivesse brincando com ela - massagem, massagem, empurrando com o dedo, empurrando com o…)
 e fez desde o músculo até ao fundo da perna, até ao pé
 e de novo até ao cimo,
 e então disse “não, essa não é a perna, deve ser a outra perna.”
 E foi à perna direita
 e fez desde o músculo até ao fundo da perna, até ao pé
 e de novo até ao cimo, e então disse “já sei qual é o problema, o problema é  o joelho”
 e então fez: toque, empurrãozinho, massagem;  toque, empurrãozinho, massagem.
 CLICK  e Susana “doutora, doutora, a minha perna já não me dói.”
 e a doutora disse: “desce da cama  e anda pelo quarto”
 e Susana andou pelo consultório  e não coxeou.
 e correu para a doutora e deu-lhe um abraço e um beijo muito grande.
 e disse: “doutora, doutora, obrigada por curar-me a perna.”
 E a doutora disse: “foi um prazer, volta quando quiseres.”
 e Susana  e sua mamãe  e seu papai meteram-se de novo no carro
 e foram para casa,
 e quando chegaram a casa, Susana meteu-se num banho quentinho,
 e vestiu o pijama quentinho,
 e comeu um jantar quentinho.
 E depois, experimentou andar,  e andou desde a televisão até ao sofá,
 e desde o computador até à mesa da sala,
 e a sua perna não lhe doía  e podia andar bem,
 e então foram para a cama,
 e dormiu imediatamente porque estava muito cansada,
 e tinha sido um dia muito longo,
 e este é o final do conto,
e viveram felizes para sempre,
 e agora…
 DORMIR!

O SOL, AS NUVENS E AS ESTRELAS

 

By Caroline Sedgwick
Era uma vez, numa terra muito, muito longínqua, um país onde estava sempre chovendo, chovendo e chovendo; com chuvas torrenciais todo o dia, todos os dias, durante anos e anos. E ali, vivia um menino pequenino, numa casinha na montanha, com o seu papai e o seu cãozinho.
Tinha nove anos, e todos os dias da sua vida tinha chovido e chovido durante todo o dia e toda a noite.
Podes imaginar como é estar sempre a chover e sempre úmido?
As pessoas estavam sempre a dizer-lhe que, antes de ele nascer, tinha havido uma coisa estranha que se chamava Sol. O sol era uma coisa grande, redonda e amarela, que dava calor e luz solar a tudo e a todos. E tinha sempre um sorriso na sua cara grande, redonda e amarela. Ao ver esse sorriso no sol, as pessoas olhavam para ele e devolviam-lhe o sorriso.

O sol, as nuvens e as estrelas
 
O menino pequenino não podia imaginar na sua mente a idéia de uma coisa grande, redonda, amarela e sorridente. E não podia acreditar que as pessoas pudessem olhá-lo e sorrir, porque na sua aldeizinha ninguém sorria, todos pareciam muito tristes.
Um dia, as pessoas começaram a comentar que os céus pareciam um pouco mais claros. Ainda estava chovendo e as negras nuvens ainda estavam pairando no céu, mas era verdade que parecia mais claro.
No dia seguinte, as pessoas começaram a comentar mais que esse dia, estava chovendo menos.
No dia seguinte, só choveu metade do dia.
No outro, só houve uns poucos chuviscos, e as janelas gotejavam de vez em quando.
E no outro, deixou de chover; no seguinte, todas as nuvens eram de cor branca. Um dia mais e apareceram pedaços de céu azul.
De repente, não havia nem uma nuvem e uma coisa grande, redonda e amarela estava pairando no céu, dando calor e luz a todos.
E as pessoas olhavam para cima e sorriam ao vê-lo, porque tinha um enorme e radiante sorriso.
E o menino pequeno sentou-se na sua cama e viu, através da janela, uma coisa de que só tinha ouvido falar em histórias que podiam ser contos. Uma coisa grande, redonda e amarela no céu com um grande sorriso na sua cara. Isto deve ser o sol! Disse o menino, devolvendo-lhe o sorriso. E corre pelas ruas, vendo que todo o mundo estava sorrindo.
E agora…
DORMIR!


O LAGO DOS MONSTROS

 

Era uma vez, numa aldeiazinha perto de Bruxelas, que se chamava
Tervuren,
um grande parque, e no meio do parque havia um bosque
gigantesco;
e nesse bosque, havia um lago escuro e tenebroso
no qual vivia um monstro, que se chamava Monsta.
Monsta tinha comido todos os monstros que viviam no lago
e todas as crianças que se aproximam à beira do lago
e por isso tinha uma barriga enorme e redonda;
era tão grande que, quando o monstro se mexia,
a arrastava pelo chão e, para mexer-se melhor,
tinha que agarrar-se aos ramos das árvores que rodeavam o lago,
e todas estavam meio caídas e quase à altura da água.

O lago dos monstros
 
Monsta, o monstro, estava faminto, tinha fome; já
não havia nada para comer; tinha comido todos os monstros,
e as crianças já não se aproximavam da margem do lago porque tinham medo.
Até que um dia, perto do lago, havia um grupo
de crianças jogando futebol e um menino pequenino deu um
pontapé na bola que foi parar perto de uma esquina do lago.
Monsta, que cada dia tinha mais fome, viu essa coisa
redonda, perto da esquina do lago, e pensou: podia comê-la.
Assim, foi até à esquina, arrastando a sua barriga e
agarrando-se aos ramos das árvores e, de uma vez, engoliu a bola.
     Entonces, los monstruos y los niños que estaban dentro de la tripa,
empezaron a jugar un partido de fútbol entre ellos,
y un monstruo le dio un patadón al balón que lo explotó.
Todo el aire del balón salió fuera y la tripa empezó a hincharse e
hincharse hasta que también explotó.

Lago dos monstros do conto
 
 Entonces todos los monstruos salieron fuera de la tripa
y todos los niños se fueron corriendo a sus casitas a decirles a sus papas
ya estamos aquí y a contarles todo lo que había pasado.
     La tripa de Monsta ya no estaba grande y redonda
y no tocaba el suelo y él estaba delgado.
Podía caminar sin agarrarse a las ramas de los  árboles
y, además  tenía amigos.
Había más monstruos en el lago y podía jugar con ellos.
Entonces Monsta pensó: Ya no voy a comer más monstruos ni más niños.
     Y desde ese momento, Monsta solo comía las frutas de los
 árboles que había cerca del lago.
     Y cuando los niños se acercaban a la orilla del lago,
Monsta les daba un paseo por el lago en su enorme cola.

Monstro do conto
 
    E todos foram felizes para sempre, comeram as frutas das árvores
e vitória, vitória, acabou-se a história.
E agora…
DORMIR!

CONTO DA GATA

 

Numa aldeia perto de H… (Huete), que se chamava C… (Cañaveruelas – Waves in the Sea of Cane), vivia um menino pequenino numa praça no centro da aldeia que se chamava C… (El Coso)
Em El Coso havia uma casa onde vivia o menino pequenino com a sua família: o seu papai, a sua mamãe e os seus seis irmãozinhos, três irmãos e três irmãs.
Na mesma casa também viviam outros animais. Numa cavalariça vivia a jica, uma burrinha muito boa, muito forte e muito trabalhadora; e noutra cavalariça duas cabras que davam leite para o café da manha de todos os irmãozinhos.
O menino gostava muito da burrinha, tanto que uma das primeiras palavras que aprendeu a dizer foi jica, jica.
Igualmente, na casa havia uma gata que se chamava a Gata e se encarregava de que não houvesse demasiados ratos, porque poderiam comer a comida da despensa. A gata era um animal muito brincalhão, sempre que passava ao lado do menino empurrava-o com a barriga e atirava-o ao chão.
Para além disso, a casa tinha um curral na parte de trás onde havia um pequeno galinheiro para as galinhas, que entre outras coisas punham ovos, e os ovos fritos eram muito bons. Por debaixo do galinheiro estava a pocilga, uma divisão muito, muito pequena onde vivia um porquinho que era muito gordinho.
O menino pequeno tinha menos de dois anos, agarrando-se com as mãos à mesa da cozinha, onde almoçavam e jantavam, e pondo-se nas pontas dos pés não chegava a ver o que havia em cima da mesa; o menino não gostava de não saber o que havia ali e que todos os outros soubessem.
O menino estava muito contente por viver na cada de El Coso com a sua família e tantos animais, pensava que era uma grande sorte ter nascido humano em vez de burrinha, gata, cabra, galinha, porco, ratinho ou, porque não, formiga.
Tinha vontade de saber o que havia em cima da mesa sem necessidade de que alguém o segurasse ao colo; de poder agarrar a jarra de água sem ter que esperar que lha dessem quando tinha sede; e tinha vontade de poder evitar que a gata, tocando-lhe com a barriga ao passar ao seu lado, acabasse sempre por atirá-lo ao chão.

Contos de amor
 
Não se magoava ao cair ao chão, mas ainda que ao princípio pensasse que eram pequenos acidentes, depois se deu conta de que, mais do que acidentes, era um pouco como se a gata dissesse: eu sou mais forte e aqui mando eu.
Outra coisa de que gostava muito era olhar para o lume. No chão da cozinha havia uma base de metal colada à parede, precisamente debaixo da chaminé, onde a sua mamãe cozinhava a comida em frigideiras e panelas com o calor do fogo de lenha. As contínuas mudanças de forma e cor das chamas e as brasas eram fascinantes e pedaços enormes de madeira acabavam reduzidos a pequenos montes de cinza.
O menino era muito feliz e todos eram muito bonzinhos, o seu papai, a sua mamãe e os seus seis irmãozinhos. Com tantos irmãozinhos estava sempre brincando. Quando alguma pessoa lhe perguntava de quem gostava mais, da jica ou do seu papai, respondia sempre que da jica, porque pensava que a jica necessitava de mais amor e estava mais sozinha.
Cada dia que passava, o menino estava mais e mais perto de ver o que havia em cima da mesa, até que, por fim, um dia conseguiu. Então pensou que o seu seguinte objetivo seria evitar que a gata o atirasse ao chão.
Já sabia que não eram acidentes e que o costumava atirar quando ele estava na cozinha. Ou seja, tinha que vigiar mais ou menos esses momentos porque a gata normalmente apanhava-o desprevenido, era uma traquinas. Pouco a pouco começou a poder agarrar a barriga da gata com as duas mãos antes que ela o atirasse.
Era como uma luta de gigantes, uma luta muito divertida com a sua amiga gata. Quando estava comendo, o menino atirava-lhe migalhas ou pedacinhos de pão porque a gata estava sempre a rondar as patas da mesa da cozinha.
Passaram dias e dias, semanas e semanas, seguramente meses e meses, ainda que o menino não soubesse muito bem ainda o que era um mês, até que por fim as forças se equilibraram. Durante um período de tempo nem muito longo nem muito curto, quando se cruzavam o menino e a gata, no meio da cozinha ou em outros sítios da casam, não sabiam se o menino ia parar ao chão ou se ia agarrar a gata sem cair.
No final, a gata começou a evitar a luta, o menino tinha crescido, estava orgulhoso mas, ao mesmo tempo, sentia a falta do suave toque da gata atirando-o ao chão.
Não obstante, de vez em quando a gata tocava no menino, mas como demonstração de carinho e sem intenção de derrubá-lo.
E todos foram felizes para sempre.
   E agora…
DORMIR!

Contos Infantis

    
O MACACO E O HIPOPÓTAMO

EM uma época muito antiga, quando as bananeiras produziam poucas bananas, existiam numerosos macacos.
Havia um deles chamado Travesso, que morava nas margens do rio.
O macaco Travesso possuía um grupo de bananeiras que lhe proporcionavam frutos suficientes para a sua alimentação, o que lhe trazia satisfação e orgulho porque os seus frutos eram os mais saborosos da região.
No rio habitava o hipopótamo Ra-Ra, que era o rei daquelas paragens.


A MAGNÍFICA IDÉIA DE DOM RATÃO

DO que mais eu gosto neste mundo — disse d. Ratão — é de queijo assado.
— Queijo assado !— exclamou o seu irmão mais novo. — E como se obtém?
— Ah! Isso é que é o segredo! — respondeu d. Ratão. — Esta noite, Bigodudo, venha comigo e te darei um banquete. Acabo de ter uma ótima idéia.
— Bem — concordou Bigodudo. — Levarei na minha companhia Rabolongo e Orelhudo e veremos em que consiste este plano maravilhoso.

Conto infantil “O CAVALO VELHO”

GALHARDO era um cavalo de tiro já velho. Pertencia a um chacareiro, e havia trabalhado muitos anos a seu serviço.
O chacareiro, porém, estava disposto a vender sua propriedade e o comprador não precisava de Galhardo.
— Um cavalo velho como esse não serve para nada. Procure o senhor desfazer-se dele do modo que puder.


AS DUAS MARIAS

MARIA foi passear levando sua boneca Bilóca em um carrinho muito lindo.
O dia estava maravilhoso e o sol resplandecia alegremente.
A menina penetrou no bosque, porém, quando o atravessou, observou muito assustada que se havia extraviado.
— Não há de ser nada — disse para se consolar. Em breve encontrarei alguém e perguntarei o caminho para voltar para a minha casa.

Com efeito não demorou a avistar um indivíduo bastante estranho!

Postado em Biblioteca, Literatura | Comentes »

O Caçador Furtivo

PEDRO estava almoçando em companhia de seus pais. Prestava muita atenção à conversa dos mesmos, porque de fato era muito interessante.
— Há muitos caçadores furtivos nos bosques — disse o pai. — Joaquim, o guarda, diz que não sabe quem é o culpado, mas, que todas as noites desaparecem coelhos e aves. Deve, forçosamente, ser algum forasteiro!
— Escuta, papai — interrompeu Pedro — Joaquim não viu o caçador furtivo?
— Sim! Julga que uma vez chegou a vê-lo! — respondeu o pai. — É um indivíduo alto, forçudo e com barbas!
Pedro ficou muito preocupado com o caçador furtivo e pensou que um dia Joaquim havia de surpreender o criminoso.
— Se eu tivesse uma espingarda como Joaquim, havia de perseguí-lo todas as noites, e não teria medo algum! — pensou o menino. — Oxalá pudesse descobrí-lo!
Dois dias depois, quando o sol se punha, deu-se a casualidade de estar Pedro debruçado à janela mais alta de sua casa.
Procurava ver se descobria seu amigo Tomás, o filho do guarda, na colina situada em frente da casa.
Enquanto olhava, seus olhos se fixaram num indivíduo alto, que desaparecia nos bosques de seu pai.


OS DEZ URSINHOS

ERA uma vez dez ursinhos que moravam na cidade das Doçuras. Moravam em dez casinhas colocadas uma ao lado da outra. Amavam-se muito e saíam sempre juntos.
As casinhas eram numeradas de um a dez e cada um dos ursinhos conhecia muito bem a sua casinha lendo o número da porta.


João Sortudo – História Infantil dos Irmãos Grimm

Essa é a estória de João, um rapaz afortunado que, perdendo ou não, vivia despreocupado.
Contente com o que fazia
João de Sorte apelidado
ganhava quando perdia,
Julgando-se um felizardo.



Contos Infantis

A Galinha dos Ovos de Ouro


Certa manhã, um fazendeiro descobriu que sua galinha tinha posto um ovo de ouro. Apanhou o ovo, correu para casa, mostrou-o à mulher, dizendo:
_ Veja! Estamos ricos!
Levou o ovo ao mercado e vendeu-o por um bom preço.
Na manhã seguinte, a galinha tinha posto outro ovo de ouro, que o fazendeiro vendeu a melhor preço.
E assim aconteceu durante muitos dias. Mas, quanto mais rico ficava o fazendeiro, mais dinheiro queria.
Até que pensou:
"Se esta galinha põe ovos de ouro, dentro dela deve haver um tesouro!"
Matou a galinha e ficou admirado pois, por dentro, a galinha era igual a qualquer outra.

Esopo
Quem tudo quer tudo perde.


O Leão e o Ratinho


Um leão, cansado de tanto caçar, dormia espichado à sombra de uma boa árvore. Vieram uns ratinhos passear em cima dele e ele acordou.
Todos conseguiram fugir, menos um, que o leão prendeu embaixo da pata.
Tanto o ratinho pediu e implorou que o leão desistiu de esmagá-lo e deixou que fosse embora.
Algum tempo depois, o leão ficou preso na rede de uns caçadores. Não conseguia se soltar, e fazia a floresta inteira tremer com seus urros de raiva.
Nisso, apareceu o ratinho. Com seus dentes afiados, roeu as cordas e soltou o leão.


Uma boa ação ganha outra.





A Lebre e a Tartaruga


Era uma vez... uma lebre e uma tartaruga.
A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga.
Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida.
A lebre muito segura de si, aceitou prontamente.
Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes.
Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar.
Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr.
Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada toda sorridente.

Moral da história: Devagar se vai ao longe!


A Menina do Leite


A menina era só alegria.
Era a primeira vez que iria à cidade, vender o leite de sua querida vaquinha.
Colocou sua melhor roupa, um belo vestido azul,e partiu pela estrada com a lata de leite na cabeça.
Ao caminhar, o leite chacoalhava dentro da lata.
A menina também, não conseguia parar de pensar.
"Vou vender o leite e comprar ovos, uma dúzia."
"Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos."
"Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas."
"Vendo os galos e crio as galinhas, que são ótimas para botar ovos."
"Choco os ovos e terei mais galos e galinhas."
"Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas."
"Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ..."
A menina estava tão distraída em seus pensamentos, que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo.
Lá se foi o leite branquinho pelo chão.
E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares.

Moral da história:
Não se deve contar com uma coisa antes de conseguí-la.

O Cão e a Carne.


Era uma vez um cão, que ia atravessando um rio; levava na boca um suculento pedaço de carne. Porém, viu na água do rio a sombra da carne, que era muito maior.
Prontamente ele largou seu pedaço de carne e mergulhou no rio para pegar o maior. Nadou, nadou e não achou nada, e ainda perdeu o pedaço que levava.

Moral da história: Nunca deixes o certo pelo duvidoso. De todas as fraquezas humanas a cobiça é a mais comum, e é todavia a mais castigada.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Contos Infantis


A Batalha na Neve



A Bela Adormecida


A Bela e a Fera


A Cigarra e a Formiga


A Cigarra e a Formiga 2


A Festa no Céu


A Galinha dos Ovos de Ouro


A Galinha Ruiva


A Lebre e a Tartaruga


A Lebre e o Cágado


A Menina do Leite


A Menina e o Vampiro


A Patinha Esmeralda


A Pequena Sereia


A Pequena Vendedora de Fósforos


A Raposa e as Uvas


A Velha e suas Criadas


Ali Babá e os Quarenta Ladrões


As Fadas


Branca de Neve


Cachinhos Dourados e os Três Ursos


Chapeuzinho Vermelho


Cinderela


Cinderela 2


Eita! E Tudo Mudou!


Guerra de travesseiros ( história em audio)


João e Maria


No Circo


O Asno e o Cavalo


O Cão e a Carne.


O Corvo e a Raposa


O Gato de Botas


O Leão e o Ratinho


O Patinho Feio


O Príncipe Sapo


O Soldadinho de Chumbo


O Vento e o Sol


Os Três Porquinhos


Os Sacis


Papai Contos


Pinóquio


Rapunzel


Um Mundo Fantástico


Um Visitante Diferente


Zinho, O Detetive