sábado, 3 de julho de 2010

Poema Justiça

Por LUA















Que se grite aos ventos o erro do passado


Para que perturbe os ouvidos


Para que não seja esquecido esse erro


Que a mente de quem o causou não sossegue


Que a mente de quem o defende se abra


Que a mente de quem vai julgar esteja certa


Tudo isso para que se faça justiça


Para os culpados haverá punição


Para quem defende haverá o dever cumprido


Para quem reza por justiça haverá...


... sim...


Um sorriso não só nos lábios


Haverá um sorriso na alma


Virá enfim o alívio


E ao fitar o céu...


Conseguiremos respirar em paz


Pois voltaremos a ver o céu limpo


Pois nesse céu o veremos


Veremos teu sorriso tão lindo


Veremos teus olhinhos tão brilhantes






Poema Disciplina

O trabalho começa ao romper do dia. Mas nós começamos,



um pouco antes do romper do dia, a reconhecer-nos


nas pessoas que passam na rua. Ao descobrir os raros


transeuntes, cada um sabe que está sozinho


e que tem sono — perdido no seu próprio sonho,


cada um sabe no entanto que com o dia abrirá os olhos.


Quando a manhã chega, encontra-nos estupefactos


a fixar o trabalho que agora começa.


Mas já não estamos sozinhos e ninguém mais tem sono


e pensamos com calma os pensamentos do dia


até que o sorriso vem. Com o regresso do sol


estamos todos convencidos. Mas às vezes um pensamento


menos claro — um esgar — surpreende-nos inesperadamente


e voltamos a olhar para tudo como antes do amanhecer.


A cidade clara assiste aos trabalhos e aos esgares.


Nada pode turvar a manhã. Tudo pode


acontecer e basta levantar a cabeça


do trabalho e olhar. Rapazes que se escaparam


e que ainda não fazem nada passam na rua


e alguns até correm. As árvores das avenidas


dão muita sombra e só falta a erva


entre as casas que assistem imóveis. São tantos


os que à beira-rio se despem ao sol.


A cidade permite-nos levantar a cabeça


para pensar estas coisas, e sabe bem que em seguida a baixamos.






Cesare Pavese, in 'Trabalhar Cansa'


Tradução de Carlos Leite

Poema Ética

Aprendi com os meus pais,que ser pobre não é vergonha,



vergonha é roubar, que se transformou em peçonha.


A ética coitadinha, é jogada pra escanteio,


enquanto o povo brasileiro, vive à míngua sem esteio.


Todos os valores morais, esquecidos por inteiro.


Enquanto o marajá de Brasília, pinta e borda sorrateiro.


Integridade











Metade


Oswaldo Montenegro










"Que a força do medo que tenho não me impeça de ver o que anseio.


Que a morte de tudo que acredito não me tape os ouvidos e a boca.


Porque metade de mim é o que eu grito, mas a outra metade é silêncio.






Que a música que eu ouço ao longe seja linda, ainda que tristeza.


Que a mulher que eu amo seja prá sempre amada, mesmo que distante.


Porque metade de mim é partida, mas a outra metade é saudade.






Que as palavras que eu falo não sejam ouvidas como prece e nem repetidas com fervor.


Apenas respeitadas como a única coisa que resta a um homem inundado de sentimentos.


Porque metade de mim é o que ouço, mas a outra metade é o que calo.






Que essa minha vontade de ir embora se transforme na calma e na paz que eu mereço.


E que essa tensão que me corrói por dentro seja um dia recompensada.


Porque metade de mim é o que eu penso, mas a outra metade é um vulcão.






Que o medo da solidão se afaste, que o convívio comigo mesmo se torne ao menos suportável.


Que o espelho reflita em meu rosto o doce sorriso que eu me lembro de ter dado na infância.


Porque metade de mim é a lembrança do que fui, a outra metade eu não sei...






Que não seja preciso mais do que uma simples alegria para me fazer aquietar o espírito.


E que o teu silêncio me fale cada vez mais.


Porque metade de mim é abrigo, mas a outra metade é cansaço.






Que a arte nos aponte uma resposta, mesmo que ela não saiba.


E que ninguém a tente complicar porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer.


Porque metade de mim é a platéia e a outra metade, a canção.






E que a minha loucura seja perdoada.


Porque metade de mim é amor e a outra metade... também."

Poema Paz Mário Quintana

Se tu me amas, ama-me baixinho



Não o grites de cima dos telhados


Deixa em paz os passarinhos


Deixa em paz a mim!


Se me queres,


enfim,


tem de ser bem devagarinho, Amada,


que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...






Mário Quintana

Poema sobre retidão

Retidão



















Tem ciúmes e muitas curvas


O que nunca faltou, atitudes


Sabe deixar um homem boquiaberto


Somente com virtudes


Onde mora a paixão


No âmago e no coração


Sempre será loba e visceral


Antes da emoção e cerebral


Na vida é constante nas tentativas


Quer segurança e retidão


Curvas só as próprias


Do corpo violão


Na boca guarda sabores e violação


De mulher madura e consciente


Do poder da sua sedução


A cada dia essa mulher é superação


Desfruta o sabor do saber e usa


O melhor da intuição


Não quer ter mais uma frustração


Vai direto ao ponto, realização


Sem rodeio, consumação



Ulisses Reis®


Poemas

Poema de Sete Faces (Carlos Drummond de Andrade)







Quando nasci, um anjo torto


desses que vivem na sombra


disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida.






As casas espiam os homens


que correm atrás de mulheres.


A tarde talvez fosse azul,


não houvesse tantos desejos.






O bonde passa cheio de pernas:


pernas brancas pretas amarelas.


Para que tanta perna, meu Deus, pergunta meu coração.


Porém meus olhos


não perguntam nada.






O homem atrás do bigode


é sério, simples e forte.


Quase não conversa.


Tem poucos, raros amigos


o homem atrás dos óculos e do bigode.






Meu Deus, por que me abandonaste


se sabias que eu não era Deus


se sabias que eu era fraco.






Mundo mundo, vasto mundo,


se eu me chamasse Raimundo


seria uma rima, não seria uma solução.


Mundo mundo vasto mundo,


mais vasto é meu coração.






Eu não devia te dizer


mas essa lua


mas esse conhaque


botam a gente comovido como o diabo.






Porque (Carlos Drummond de Andrade)






Amor meu, minhas penas, meu delírio,


Aonde quer que vás, irá contigo


Meu corpo, mais que um corpo, irá um'alma,


Sabendo embora ser perdido intento


O de cingir-te forte de tal modo


Que, desde então se misturando as partes,


Resultaria o mais perfeito andrógino


Nunca citado em lendas e cimélios


Amor meu, punhal meu, fera miragem


Consubstanciada em vulto feminino,


Por que não me libertas do teu jugo,


Por que não me convertes em rochedo,


Por que não me eliminas do sistema


Dos humanos prostrados, miseráveis,


Por que preferes doer-me como chaga


E fazer dessa chaga meu prazer?






A Um Ausente (Carlos Drummond de Andrade)






Tenho razão de sentir saudade,


tenho razão de te acusar.


Houve um pacto implícito que rompeste


e sem te despedires foste embora.


Detonaste o pacto.


Detonaste a vida geral, a comum aquiescência


de viver e explorar os rumos de obscuridade


sem prazo sem consulta sem provocação


até o limite das folhas caídas na hora de cair.


Antecipaste a hora.


Teu ponteiro enloqueceu, enloquecendo nossas horas.


Que poderias ter feito de mais grave


do que o ato sem continuação, o ato em si,


o ato que não ousamos nem sabemos ousar


porque depois dele não há nada?


Tenho razão para sentir saudade de ti,


de nossa convivência em falas camaradas,


simples apertar de mãos, nem isso, voz


modulando sílabas conhecidas e banais


que eram sempre certeza e segurança.


Sim, tenho saudades.


Sim, acuso-te porque fizeste


o não previsto nas leis da amizade e da natureza


nem nos deixaste sequer o direito de indagar


porque o fizeste, porque te foste.






Inconfesso Desejo (Carlos Drummond de Andrade)






Queria ter coragem


Para falar deste segredo


Queria poder declarar ao mundo


Este amor


Não me falta vontade


Não me falta desejo


Você é minha vontade


Meu maior desejo


Queria poder gritar


Esta loucura saudável


Que é estar em teus braços


Perdido pelos teus beijos


Sentindo-me louco de desejo


Queria recitar versos


Cantar aos quatros ventos


As palavras que brotam


Você é a inspiração


Minha motivação


Queria falar dos sonhos


Dizer os meus secretos desejos


Que é largar tudo


Para viver com você


Este inconfesso desejo






A Verdade (Carlos Drummond de Andrade)






A porta da verdade estava aberta,


Mas só deixava passar


Meia pessoa de cada vez.


Assim não era possível atingir toda a verdade,


Porque a meia pessoa que entrava


Só trazia o perfil de meia verdade,


E a sua segunda metade


Voltava igualmente com meios perfis


E os meios perfis não coincidiam verdade...


Arrebentaram a porta.


Derrubaram a porta,


Chegaram ao lugar luminoso


Onde a verdade esplendia seus fogos.


Era dividida em metades


Diferentes uma da outra.


Chegou-se a discutir qual


a metade mais bela.


Nenhuma das duas era totalmente bela


E carecia optar.


Cada um optou conforme


Seu capricho,


sua ilusão,


sua miopia.






As Sem-razões do Amor (Carlos Drummond de Andrade)






Eu te amo porque te amo.


Não precisas ser amante,


e nem sempre sabes sê-lo.


Eu te amo porque te amo.


Amor é estado de graça


e com amor não se paga.


Amor é dado de graça,


é semeado no vento,


na cachoeira, no eclipse.


Amor foge a dicionários


e a regulamentos vários.


Eu te amo porque não amo


bastante ou demais a mim.


Porque amor não se troca,


não se conjuga nem se ama.


Porque amor é amor a nada,


feliz e forte em si mesmo.


Amor é primo da morte,


e da morte vencedor,


por mais que o matem (e matam)


a cada instante de amor.










Ausência (Carlos Drummond de Andrade)






Por muito tempo achei que a ausência é falta.


E lastimava, ignorante, a falta.


Hoje não a lastimo.


Não há falta na ausência.


A ausência é um estar em mim.


E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,


que rio e danço e invento exclamações alegres,


porque a ausência, essa ausência assimilada,


ninguém a rouba mais de mim.






Os Ombros Suportam o Mundo (Drummond)






Chega um tempo em que não se diz mais: meu Deus.


Tempo de absoluta depuração.


Tempo em que não se diz mais: meu amor.


Porque o amor resultou inútil.


E os olhos não choram.


E as mãos tecem apenas o rude trabalho.


E o coração está seco.


Em vão mulheres batem à porta, não abrirás.


Ficaste sozinho, a luz apagou-se,


mas na sombra teus olhos resplandecem enormes.


És todo certeza, já não sabes sofrer.


E nada esperas de teus amigos.


Pouco importa venha a velhice, que é a velhice?


Teus ombros suportam o mundo


e ele não pesa mais que a mão de uma criança.


As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios


provam apenas que a vida prossegue


e nem todos se libertaram ainda.


Alguns, achando bárbaro o espetáculo


prefeririam (os delicados) morrer.


Chegou um tempo em que não adianta morrer.


Chegou um tempo em que a vida é uma ordem.


A vida apenas, sem mistificação.






Quadrilha (Carlos Drummond de Andrade)






João amava Teresa que amava Raimundo


que amava Maria que amava


Joaquim que amava Lili


que não amava ninguém.


João foi para os Estados Unidos,


Teresa para o convento,


Raimundo morreu de desastre,


Maria ficou pra tia,


Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes


que não tinha entrado na história.






A Língua Lambe (Carlos Drummond de Andrade)






A língua lambe as pétalas vermelhas


da rosa pluriaberta; a língua lavra


certo oculto botão, e vai tecendo


lépidas variações de leves ritmos.


E lambe, lambilonga, lambilenta,


a licorina gruta cabeluda,


e, quanto mais lambente, mais ativa,


atinge o céu do céu, entre gemidos,


entre gritos, balidos e rugidos


de leões na floresta, enfurecidos






Para Sempre (Drummond)






Por que Deus permite


que as mães vão-se embora?


Mãe não tem limite,


é tempo sem hora,


luz que não apaga


quando sopra o vento


e chuva desaba,


veludo escondido


na pele enrugada,


água pura, ar puro,


puro pensamento.


Morrer acontece


com o que é breve e passa


sem deixar vestígio.


Mãe, na sua graça,


é eternidade.


Por que Deus se lembra


- mistério profundo -


de tirá-la um dia?


Fosse eu Rei do Mundo,


baixava uma lei:


Mãe não morre nunca,


mãe ficará sempre


junto de seu filho


e ele, velho embora,


será pequenino


feito grão de milho.






Fazenda (Drummond)






Vejo o Retiro: suspiro


no vale fundo.


O Retiro ficava longe


do oceanomundo.


Ninguém sabia da Rússia


com sua foice.


A morte escolhia a forma


breve de um coice.


Mulher, abundavam negras


socando milho.


Rês morta, urubus rasantes,

logo em concílio.


O amor das éguas rinchava


no azul do pasto.


E criação e gente, em liga,


tudo era casto..


PRINCIPAIS VALORES HUMANOS:

PRINCIPAIS VALORES HUMANOS:







AMOR - manifestado através dos gestos virtuosos ele é a força vital no ser.


VERDADE- ação correta ,que não deixa dúvida.


RETIDÃO - coerência entre a fala e a ação. A Retidão é o caminho estreito que o homem deve tomar para recobrar o paraíso perdido. O VALOR, A AUDÁCIA E O SOFRIMENTO


PAZ (auto-estima, auto controle, auto confiança, auto-aceitação e desapego) e
- tranquilidade e calma,ascender a luz inteiros,alegria interna. NÃO VIOLÊNCIA - ação de evitar causar dor a si e aos outros.

HONESTIDADE – o ato, qualidade, ou condição de ser honesto. Isto pode incluir ser a pessoa ou instituição verdadeira em seus atos e declarações, não propensa a enganar, mentir ou fraudar; sem malícia.


JUSTIÇA – O valor da justiça é o alicerce mais sólido da paz.


ÉTICA – ética é a obediência ao que não é obrigatório


DISCIPLINA – A honestidade é encarada como um obstáculo por aqueles que querem subir na vida e não olham a meios para atingir os seus fins.


INTEGRIDADE – Integridade é a integração dos ideais, das convicções, dos critérios e das crenças – e do comportamento. É a confiança.



Todos experimentamos a revolta quando a injustiça nos atinge ou atinge outras pessoas que estimamos.


Não há maior gerador de violência nas pessoas, nas sociedades e entre as nações do que a injustiça.


De tal modo a injustiça é contrária à razão humana que os homens injustos,


Para a manterem e tornarem admissível,


Recorrem à mentira, à difamação e à fraude.


O valor da justiça é o alicerce mais sólido da paz.


A injustiça fere os direitos fundamentais das pessoas e dos povos,


Impedindo-os de atingir a sua dignidade humana.


A injustiça fere as pessoas e os povos no seu núcleo mais sagrado: os direitos humanos.


Valores Humanos

VALORES HUMANOS

Luiz Alvarenga Torres

O mercado nos diz que quem possuir a decantada empregabilidade, está com grandes chances de se manter na ativa. Jornais, revistas e livros indicam o novo perfil do profissional do futuro. Os profissionais do assunto relatam sempre os fatores-chave de sucesso empresarial para quem quiser.
Tudo muito bom, coerente e preciso. Mas quem se lembra que antes do profissional, vem o homem? Alguém se recorda que valores humanos são mais poderosos e valiosos que indicadores de um melhor desempenho?
É muito bom dominar dois idiomas e dominar a tecnologia. Mas isso dá mais condição ao ser humano do que ética, honestidade e outros valores semelhantes? Dá mais qualidade de vida e integridade?
Os valores humanos são fundamentos morais e espirituais da consciência humana. Todos os seres humanos podem e devem tomar conhecimento dos valores a eles inerentes. Muito das causas que afligem a humanidade está na negação destes valores como suporte e inspiração para o desenvolvimento integral do potencial individual e consequentemente do social.
A vivência dos valores alicerça o caráter, e reflete-se na conduta como uma conquista espiritual da personalidade.
Para um profissional/homem conduzir com sucesso (que é um conceito relativo à cada um) a sua vida, tem de percorrer lado a lado com os seus valores humanos, a sua escalada e a sua trajetória por este mundo.
Entendo que os principais sejam : honestidade, verdade, justiça, ética, disciplina, integridade, paz (auto-estima, autocontrole, autoconfiança, auto-aceitação e desapego) e amor.
Ter as dimensões da saúde respeitadas e harmonizadas, passa a ser o grande aliado dos valores humanos de cada um. Saúde mental, espiritual, emocional, física e financeira equilibradas e integradas sem atropelo.
Pense um pouco nisso, quando falar de empregabilidade, antes de sair correndo atrás de idiomas, tecnologia ou outras formas de preparo profissional. Pense em você inteiro e holístico, pense como amigo, como mentor e como cidadão. A responsabilidade de lembrar de você, é somente sua, de ninguém mais.
“ O maior crescimento é o processo de dar à luz a si mesmo”.



As sete virtudes



As sete virtudes são derivadas do poema épico Psychomachia, escrito por Prudêncio, intitulando a batalha das boas virtudes e vícios malignos. A grande popularidade deste trabalho na Idade Média ajudou a espalhar este conceito pela Europa. É alegado que a prática dessas virtudes protege a pessoa contra tentações dos sete pecados capitais, com cada um tendo sua respectiva contra-parte. Existem duas variações distintas das virtudes, reconhecidas por diferentes grupos.
 As sete virtudes Ordenadas em ordem crescente de santicidade, as sete virtudes sagradas são:
Castidade (latim: castitas) — opõe luxúria.
Auto-satisfação, simplicidade. Abraçar a moral de si próprio e alcançar pureza de pensamento através de educação e melhorias.
Generosidade (latim: liberalitas) — opõe avareza.
Despreendimento, largueza. Dar sem esperar receber, uma notabilidade de pensamentos ou ações.
Temperança (latim: temperantia) — opõe gula.
Auto-controle, moderação, temperança. Constante demonstração de uma prática de abstenção.
Diligência (latim: diligentia) — opõe preguiça.
Presteza, ética, decisão, concisão e objetividade. Ações e trabalhos integrados com a própria fé.
Paciência (latim: patientia) — opõe ira.
Serenidade, paz. Resistência a influências externas e moderação da própria vontade.
Caridade (latim: humanitas) — opõe inveja.
Auto-satisfação. Compaixão, amizade e simpatia sem causar prejuízos.
Humildade (latim: humilitas) — opõe soberba.
Modéstia. Comportamento de total respeito ao próximo.