terça-feira, 17 de agosto de 2010

EDUCAÇÃO ESPECIAL

22 de Agosto dia do Excepcional - Somos Iguais nas Diferenças
 Várias tentativas têm sido feitas para melhor definir o termo "criança excepcional". Alguns utilizam esse termo para se referirem a uma criança que possui uma inteligência ou um talento pouco comum. No entanto, o termo tem sido geralmente empregado para designar tanto a criança deficiente quanto a talentosa. Mas a definição melhor assimilada é a que afirma ser a criança excepcional toda aquela que difere da maioria das crianças.


Todos os pais desejam ter filhos perfeitamente sadios. Quando isso não acontece, é normal que relutem em aceitar os fatos. Contudo, esse primeiro impacto, deve ser superado o mais rápido possível, para o bem da criança. Eles precisam encarar a criança portadora de deficiência com o coração aberto e de boa vontade, tomando decisões realistas para enfrentar as dificuldades, acima de tudo com muita aceitação e amor.


As necessidades sociais, educacionais e psicológicas da criança excepcional são praticamente idênticas às das outras crianças e, com exceção das deficiências mais graves, podem ser satisfeitas sem cuidados especiais. Por isso, é bom que a criança estude em colégios normais e que participe, conforme suas capacidades, das brincadeiras e atividades da escola, aprendendo assim a se relacionar socialmente, aceitando e convivendo com seus limites.


A integração e a inclusão escolar são imprescindíveis para o excepcional desenvolver seu potencial e exercer seus direitos de cidadão.


É evidente que a deficiência impõe cuidados e providências específicas, e que as necessidades psicológicas têm algumas particularidades. Isso, porém, não significa que a criança excepcional necessite ser poupada, superprotegida nem sufocada com excessivo amor e carinho.


Compensar as limitações dessa maneira, em geral, produz efeitos desastrosos na criança, que percebe sentimentos como piedade ou compaixão. A principal tarefa dos pais, dos professores e de todos que se relacionam com as crianças excepcionais é evitar a segregação, seja de que tipo for.


Infelizmente, a surpresa ou certo constrangimento, causados inicialmente por algumas deficiências, faz com que as pessoas se fixem nisso e não consigam "enxergar" que estão diante de uma pessoa integral com necessidades, aspirações, qualidades e defeitos. Resta, pois, que se construa uma sociedade verdadeiramente democrática, que possibilite a educação sem restrições, em obediência a Constituição Federal, que preceitua em seu artigo 3o, incisos I e IV: "construir uma sociedade livre, justa e solidária"; "promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação".





Educação na Diversidade


Fundamentos para Educação Especial

Educação na Diversidade


A educação inclusiva está baseada na necessidade de proporcionar a igualdade de oportunidades, mediante a diversificação dos serviços educacionais de modo a entender as diferenças individuais do aluno, por mais acentuada que seja. É claro que esta visão sobre a criança portadora de deficiência há algum tempo atrás não era vista da mesma forma. Esta mudança passou por várias fazes, da mais cruel para chegarmos onde
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estamos. No fim do século XV, na Grécia a criança portadora de deficiência era vista como
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uma “aberração”, e assim exterminada, pois naquele período se valorizava a beleza física. No Cristianismo influenciados pelo Clero começaram a ver essas deficiências como um Dom Divino e até mesmo como punição de Deus. A mudança da sociedade influenciou para a criação de instituições para pessoas portadores de deficiências físicas ou “deformações”. A partir daí, foram criadas instituições para acolher dos portadores de deficiência físicas e mentais. Apesar da mudança as pessoas portadoras de deficiência eram excluídas da sociedade, pelo fato de acreditarem que não seriam capazes de se integrar normalmente na sociedade. O século XX da seguimento ao processo de humanização da sociedade. Junto com a Declaração dos Direitos Humanos em 1948, se inicia um processo de institucionalização dos portadores de deficiência. A educação especial surge como uma proposta inovadora de aplicação dos conceitos pedagógicos, na formação da cidadania e na apreensão da cultura universal pelas pessoas com história de deficiência. O nosso país fez a opção pela construção de um sistema universal inclusivo, com o que diz respeito a Declaração de Salamanca (Espanha, 1994) na conferência mundial sobre Necessidades Especiais: Acesso
e Qualidade. A Declaração de Salamanca visa os direitos das pessoas Portadoras de Necessidades Especiais na escola inclusiva. A concepção da Educação Inclusiva desloca-se das necessidades sociais expressas nos currículos padrão tradicionalmente organizados, para o âmbito das necessidades individuais do aluno.
A educação inclusiva deve ser aplicada de forma com que a escola se adapte ao aluno e não o aluno com necessidades especiais se adapte a escola. Cada criança tem características, interesses, capacidades e necessidades de aprendizagens próprias e diferentes. Afinal, ninguém é igual a ninguém e nem mesmo tão diferente.
A escola do ensino regular deve assumir essa forma integradora de modo que possa interagir com a comunidade e a família. Não podemos assumir atitudes discriminatórias, seja ele por qualquer motivo, será que nos como educadores podemos aceitar uma criança com necessidades especiais e recusar um aluno que por algum motivo veio à escola com os pés no chão? Cabe a todos nós abolirmos a barreira do preconceito, descriminação e dificuldades. A inclusão não se limita apenas a integração no ensino regular, mas também na comunidade, na família e na sociedade em geral. É uma atitude de aceitação, de mudança, de transformação. Todas as crianças devem aprender juntas, independentemente de suas dificuldades e necessidade educacionais especiais, deve receber todo o apoio educacional e eficaz.
Isso não se limita apenas ao ensino regular, mas ao ensino secundário, superior e profissional, por isso é que a sociedade e família com a escola devem agir juntas para que a inclusão realmente possa ser fundamentada. As crianças com dificuldades especiais não podem ser excluídas, mas sim, encaminhadas as salas regulares e se necessário às salas especiais onde terão o atendimento especializado para o melhor desenvolvimento e desempenho de se mesma.


A diferença entre Escola Inclusiva e Escola Integradora


Metodologia da Educação Especial
A diferença da Escola inclusiva e da Escola integradora

Esse tema por se só já é bastante polemico e discutido por familiares e educadores do ensino regular, principalmente os que trabalham com educação especial. O processo de integração resultou em uma separação de dois contextos de educação, que foi a educação regular e a educação especial. A escola integradora tem
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base preparar a criança portadora de deficiência para a sociedade, junto com a convívio com as outras crianças de modo que possa se tornar o mais “normal” possível, minimizando assim as suas dificuldades. A educação especial passou a ser um ensino paralelo, subalterno ao ensino regular. O conceito da integração surgiu na década de 90, sob o enfoque social, a integração representa uma vida de mão dupla, envolvendo os portadores de deficiência e a comunidade das pessoas consideradas “normais”. Com a integração escolar surgi uma nova visão de escola, que é de favorecer o desenvolvimento de todos os alunos, de acordo com as suas características pessoas e a características das pessoas que estão a sua volta. Dessa forma o processo de integração deposita a responsabilidade de suas mudanças diretamente na pessoa portadora de deficiência, de modo que a escola especial limita-se a capacitar e preparar as crianças portadoras de necessidades especiais para a escola regular ou para o trabalho
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. O processo de inclusão é mais amplo, vai alem da integração, o objetivo é alcançar todas as crianças, apoiado ao princípio de igualdade e oportunidade para todos, é prerrogativa de que cada um tem interesses e características e necessitam que sejam atendidas no processo educacional. A escola inclusiva assegura que nenhuma manifestação de dificuldade seja impedimento de aprendizagem do aluno, respeitando sempre diferenças individuais. A inclusão aliada aos direitos legais assegura as oportunidades das crianças com dificuldades de aprendizagem ou dificuldade física, o acesso
a escola regular, mesmo freqüentando a escola especial. Parte do pensamento de que cada um aprende com o outro e temos que conhecer os nossos próprios limites e respeitar os limites dos outros, mesmo que seja permanente ou provisório. A concepção de inclusão requer mudanças nas práticas relacionadas aos grupos excluídos. Com relação as atitudes, temos que rever o modo de pensar, a nossa aceitação, com isso pede-se também mudanças arquitetônicas que possibilitam acessibilidade das crianças portadoras de necessidades especiais. A escola inclusiva carrega responsabilidades não apenas físicas, mas uma mudança social e educacional, derrubando a barreira do preconceito, da exclusão, essa mudança tem que partir principalmente do professor junto com o aluno e a família, fazendo das dificuldades um desafio para sua carreira, para sua vida. E nunca é tarde relembrar, um mundo inclusivo é um mundo no qual todos tem acesso as oportunidade de ser e estar na sociedade de forma participativa. Onde a relação entre acesso, oportunidades e características individuais não são marcados por interesses econômicos
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, ou pela caridade pública. Mas para poder dar continuidade a integração e a inclusão devemos rever o papel do professor, é exatamente aí onde reside o problema que a grande maioria dos nossos colegas professores apresentam.
A grande maioria alega que se sentem “despreparados” e “desmotivados” para a docência de grupos tão diferentes e diversificados, consideram uma tarefa difícil, pois tem os seus baixos salários, pouco estímulo em atuar na área inclusiva, e para fazerem especialização. Além de que as condições de trabalho para a maioria não favorece em nada. Infelizmente isto não é um exagero. Desde a sua formação para o exercício do magistério, encontramos sérias falhas, dificultada
ainda
mais pela falta de formação continuada. Na inclusão, como professor, precisamos reconhecer num aluno em sala de aula suas dificuldades de aprendizagem e tentar criar diferentes métodos de ensino aprendizagem para que o aluno com dificuldades consiga entender o que o professor ensina. Mas para isso o professor precisa realmente estar preparado e qualificado, se reciclando para a melhoria do sistema educacional inclusivo.

A Educação Especial como Tema Transversal

Abordagens dos Temas Transversais

A Educação Especial
como
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Tema Transversal

Como todos nós já sabemos a Educação Especial é uma forma diferenciada de ensino aprendizagem para as crianças portadoras de necessidades especiais. Para assegurar a qualidade de ensino foi criado o PCN´s – Parâmetro Curriculares Nacionais no ano de 1997, para garantir as crianças o conhecimento escolar e o conhecimento social, e os Temas Transversais serve para os professores e crianças como um elo, uma ponte para a educação no Brasil. Embora saibamos que a escola não pode ser a única responsável pelo processo de conscientização, humanização para a formação da criança. A comunidade, bem como a família são duas partes fundamentais para auxiliar neste processo. Dessa forma o que sugeri os PCN´s é que se incluam as questões sociais como tema, ligadas as disciplinas comuns no Currículo Escolar.
Os Temas Transversais são temas selecionados para a discussão dos problemas sociais, políticos, ambientais, sexuais e morais, de uma forma diferenciada. A proposta é que se trabalhe dentro de um tema especifico, mas puxando questões e estimulando a curiosidade da criança para temas paralelos que façam parte do cotidiano. Temas esses, que favoreçam para o crescimento humano de cada individuo, fazer com que a criança reconheça valores que em muitas ocasiões não haviam percebido. A criança que aprende a trabalhar com os temas transversais, alem de aprender de uma forma interdisciplinar, aprende também a ter uma visão muito mais amplas dos problemas do mundo. É uma forma de crescimento pessoal, de auto valorização, conhecendo melhor o seu colega e aprende a respeitar as suas diferenças. Mas para se trabalhar dessa forma, não podemos separar as matérias, mas sim, encontrar um elo de ligação entre eles, e os Temas Transversais serve de ponte para o levantamento dessas questões.
Nas atividades anteriores discutimos sobre integração e inclusão, sobre a importância da inclusão social e escolar na vida dos portadores de necessidades especiais, bem como na vida das crianças com défices de aprendizagem. Entendemos também que exclusão é uma forma de preconceito, bastante comum na vida de muitas pessoas. A utilização dos Temas Transversais é uma maneira de abolir essas práticas discriminatórias dentro da escola, dentro da comunidade, pois podemos trabalhar com as dificuldades do dia-a-dia e juntamente com as crianças tentarmos resolvê-las. É como usar a matemática dentro de um supermercado como meio de economia, é uma das maneiras que podemos utilizar uma disciplina junto com um problema do cotidiano. É claro que para trabalharmos com crianças com necessidades especiais temos que fazer algumas adaptações, como por exemplo, adaptações nos materiais didáticos e até mesmo dentro da sala de aula, mas não quer dizer que temos que excluí-los das atividades, adaptações sim, todos temos diferenças e temos muito que aprender e o que ensinar. Um desenvolvimento individual vem do conhecimento e pesquisa em grupo, os alunos vão se conhecendo, aprendendo e assim se respeitando.


PLANEJAMENTO DE
PROJETOS SEMANAIS
OBJETIVO: trabalhar todos os conteúdos através de atividades temáticas, levando a um conhecimento mais aprofundado de cada assunto e tendo como encerramento uma lembrança do tema.
OBSERVAÇÃO: esse planejamento foi elaborado para ser desenvolvido com alunos especiais (DM), pois esses precisam de um tempo maior para assimilação das informações. No entanto, também o usei com alunos de Educação Infantil.
Como foi elaborado para o ano letivo de 2007, algumas datas móveis podem ser alteradas.
Por conter datas comemorativas, utilizei algumas regionais como o aniversário da cidade.
FEVEREIRO
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Eu e minha família
Reconhecer a escrita do próprio nome, dos colegas e dos entes familiares, sabendo identificá-los nas diversas situações do cotidiano; aguçar o vínculo familiar e os bons sentimentos; conhecer a história do nome; desenvolver e ampliar sua capacidade de comunicação oral; proporcionar noções de quantidade; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; quantificar os membros da família e da classe; ouvir e cantar músicas sobre o coleginha e a família.
Colar com 2 pingentes: nome e significado
Esquema corporal
Reconhecer a escrita das partes do corpo; identificar as funções e posições das partes externas do corpo; desenvolver a oralidade; quantificar as partes do corpo; identificar partes que são apresentadas individualmente e aos pares; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; resolver problemas lógicos quanto à função de cada parte; desenvolver ritmo, lateralidade e expressão corporal.
Bonequinho (a) que movimenta as pernas e os braços
Carnaval
Conhecer as tradições carnavalescas; acompanhar o ritmo e conhecer os instrumentos utilizados; reconhecer a escrita de objetos carnavalescos; desenvolver a musicalidade; quantificar elementos; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar.
Confete
MARÇO
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Animais terrestres e aquáticos
Identificar os nomes de animais terrestres e aquáticos de acordo com a sua sonoridade; relacionar os diferentes animais e seu habitat natural e a importância de sua preservação; diferenciar fêmeas de machos; reconhecer os sons e os tipos de patas dos animais; diferenciar animais domésticos e silvestres; despertar a curiosidade em relação as características dos animais; quantificar animais; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; resolver problemas lógicos; conhecer músicas sobre esses animais.
Tatuagem (carimbo) de animal aquático e terrestre.
Animais: répteis e aves
Identificar os nomes de animais répteis e aves de acordo com a sua sonoridade; relacionar os diferentes animais e seu habitat natural e a importância de sua preservação; diferenciar fêmeas de machos; reconhecer os sons e os tipos de patas dos animais; diferenciar animais domésticos e silvestres; despertar a curiosidade em relação às características dos animais; quantificar animais; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; resolver problemas lógicos; conhecer músicas sobre esses animais.
Tatuagem (carimbo) de réptil e ave.
Outono
Reconhecer a escrita de palavras relacionadas ao outono levando em conta sua sonoridade; desenvolver a oralidade; conhecer as características e o clima da estação; conhecer as diversas espécies de frutas e folhas e suas cores; compreender a importância das frutas para o nosso organismo; quantificar elementos relacionados à estação; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; ouvir músicas sobre a estação das frutas.
Colar de folhas das plantas ou de frutas (feitas pelos alunos).
Saúde e alimentação
Identificar a escrita de alimentos saudáveis ao nosso organismo, de acordo com a sua sonoridade; desenvolver a oralidade; reconhecer o que é necessário para se ter uma boa alimentação e assim manter a saúde; compreender a importância de se conservar a saúde dos dentes e prevenção de cáries; quantificar e relacionar alimentos nutritivos; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; ouvir e conhecer músicas sobre a boa alimentação.
Dobradura ou viseira de melancia.
ABRIL
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Monteiro Lobato
Reconhecer a grafia das personagens de Monteiro Lobato através de sua sonoridade; interpretar as histórias; desenvolver a oralidade e a entonação; representar as características das personagens; identificar o local das histórias; quantificar e relacionar personagens; resolve situações que envolvam o raciocínio lógico; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; ouvir as músicas feitas para o programa Sítio do Pica-pau Amarelo.
Dedoche da Emília
Páscoa
Identificar a escrita dos símbolos da Páscoa de acordo com a sua sonoridade; compreender o verdadeiro significado da Páscoa; identificar e entender os símbolos pascais; desenvolver o raciocínio lógico; interpretar situações do cotidiano; quantificar, relacionar, organizar e agrupar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer músicas sobre a Páscoa.
Colar com a cruz do Papai do Céu
Índio e Tiradentes
Associar a escrita de palavras sobre o tema com sua sonoridade; desenvolver a oralidade e a interpretação; conhecer e valorizar os hábitos e costumes indígenas; reconhecer o local onde vivem os índios; conhecer a importância de Tiradentes para a nossa história; quantificar, relacionar, organizar e agrupar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; ouvir músicas e poesias sobre índios e Tiradentes.
Cocar
Descobri-mento do Brasil
Reconhecer e relacionar a escrita de palavras com a sua sonoridade; conhecer um pouco da história do descobrimento do Brasil e seu principal personagem; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; comunicar idéias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações problema relativas a quantidades reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar.
Mapa do Brasil ou dobradura do barco
MAIO
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Mães
Escolha da mensagem e escrita do cartão para homenagear as mães (pessoa que cuida da criança), relacionando a escrita com sua sonoridade; interpretar de idéias; conscientizar as crianças sobre obediência, respeito e amor; valorizar as mães adotivas; propor a resolução de situações do cotidiano; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer poesias e músicas que homenageiam as mães.
Cartão
Meios de transporte
Reconhecer e relacionar a escrita de palavras relacionadas ao tema com a sua sonoridade; interpretar idéias; conhecer as características e as utilidades dos meios de transporte aéreo, marítimo e terrestre; perceber a importância dos meios de transportes para o progresso do homem; propor a resolução de situações do cotidiano; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer poesias e músicas sobre o tema.
Carrinho feito de sucata
Trânsito
Associar a escrita de palavras sobre o tema com sua sonoridade; desenvolver a oralidade e a interpretação; conhecer as principais regras de trânsito para pedestre e motorista; propor a resolução de situações do cotidiano; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer poesia e música sobre o tema.
Semáforo no palito de sorvete
Contos de fada
Reconhecer a escrita de personagens conhecidos dos contos; desenvolver o gosto, o interesse, o hábito e a curiosidade pela leitura; trabalhar a oralidade com a devida entonação; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; quantificar personagens; resolver problemas lógicos; analisar as condutas comportamentais das personagens; desenvolver a musicalidade e a entonação.
Máscara lobo mau (meninos) e Chapeuzinho Vermelho (meninas)
JUNHO
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Meio ambiente
Desenvolver hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; desenvolver e estimular a escrita espontânea; perceber que os ambientes possuem diferenças quanto ao som, à luz e ao cheiro; relacionar algumas ações que contribuem para a preservação do meio ambiente; perceber a importância dos elementos naturais para a vida; propor a resolução de situações do cotidiano; desenvolver o raciocínio lógico; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer poesia sobre o tema.
Feijão plantado no algodão dentro do copinho de café
Formas geométricas
Construir hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; desenvolver e estimular a escrita espontânea; distinguir e identificar formas geométricas presentes no ambiente; reconhecer e nomear as principais formas; resolver situações do cotidiano; desenvolver o raciocínio lógico; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar.
Dado ou colar das figuras geométricas
Inverno
Desenvolver hipóteses sobre a escrita de palavras vinculadas ao tema; desenvolver e estimular a escrita espontânea; desenvolver a oralidade; conhecer as características e o clima da estação; compreender a importância de se proteger do frio e a necessidade da doação de agasalhos para as pessoas que não o tem; quantificar elementos relacionados à estação; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; conhecer e recitar poesia sobre o tema.
Cachecol de crepom
Festa Junina
Construir hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; desenvolver e estimular a escrita espontânea; desenvolver a oralidade; resgatar e valorizar a nossa cultura; preservar o meio ambiente, proibindo os balões; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer e cantar as músicas das festas juninas.
Máscara de caipira
JULHO
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Profissões
Desenvolver hipóteses sobre a escrita de algumas profissões; desenvolver e estimular a escrita espontânea; desenvolver a oralidade; relacionar profissões e seus devidos profissionais; identificar e valorizar as características de cada profissão; relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar.
Estetoscópio de cartolina
Órgãos do sentido
Construir hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; desenvolver e estimular a escrita espontânea; desenvolver a oralidade; nomear e relacionar os órgãos do corpo responsáveis pelos sentidos e reconhecer suas respectivas funções; identificar órgãos que são apresentadas individualmente e aos pares; resolver problemas lógicos quanto à função de cada parte; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer músicas que apontem o nariz, a boca, o ouvido, as mãos e os olhos; desenvolver ritmo, lateralidade e expressão corporal.
Pulseira com um órgão do sentido ou livrinho dos órgãos
AGOSTO
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Pais
Desenvolver hipóteses sobre a escrita; desenvolver e estimular a escrita espontânea; desenvolver a oralidade; valorizar o papel dos pais; escolha da mensagem e escrita do cartão para homenagear os pais (pessoa que cuida da criança), relacionando a escrita com sua sonoridade; interpretar fatos e idéias; conscientizar as crianças sobre obediência, respeito e amor; valorizar os pais adotivos; propor a resolução de situações do cotidiano; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer poesias e músicas que homenageiam os pais.
Cartão
Poesia
Elaborar hipóteses sobre a escrita de poesias conhecidas; começar a reproduzir a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; conhecer e resolver operações matemáticas simples (adição e subtração); relacionar a poesia a seu autor; conhecer novas poesias para ampliar o repertório poético; conhecer poesias que se tornaram músicas infantis.
Livrinho de poesias
Soldado
Elaborar hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; desenvolver e estimular a escrita espontânea; perceber a importância do soldado para a nossa sociedade; identificar as características e deveres de um soldado; interpretar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer e resolver operação matemática simples (adição); conhecer músicas sobre soldado.
Chapéu de jornal ou dobradura verde
Folclore
Desenvolver hipóteses sobre a escrita de personagens do folclore brasileiro; desenvolver e estimular a escrita espontânea; a oralidade e a criatividade; conhecer e identificar os personagens folclóricos através de suas características; despertar nos alunos o interesse por nossas tradições; interpretar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer e resolver operação matemática simples (adição); conhecer e ouvir músicas folclóricas.
Máscara de Saci ou da Cuca (meninos) e o espelho da Iara (meninas)
SETEMBRO
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Pátria
Elaborar hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; mostrar a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea; perceber a importância de ser patriota; identificar as formas que formarão o desenho de D. Pedro l; interpretar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; conhecer e resolver operação matemática simples (adição); cantar o Hino Nacional durante toda a semana.
D. Pedro l feito de tangram (com 2 cores – cavalo e D. Pedro I)
Árvore
Construir hipóteses sobre a escrita das partes da árvore e suas funções; mostrar a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; nomear e reconhecer as parte da árvore; compreender a importância da árvore para a nossa sobrevivência; ressaltar os cuidados que devemos ter com a natureza; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; desenvolver o ato de medir e comparar; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; conhecer e resolver operação matemática simples (adição); conhecer músicas sobre o tema.
Árvore pintada no rosto
Primavera
Desenvolver hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; mostrar a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; conhecer as características e o clima da estação; apreciar a beleza da estação, através de suas formas e cores variadas; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; quantificar elementos relacionados à estação; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; conhecer e resolver operação matemática simples (adição); conhecer e recitar poesia sobre o tema.
Flor de papel
Dengue
Elaborar hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; mostrar a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea; mobilizar os alunos no combate à Dengue e os modos de prevenção; compreender o processo do ciclo de vida do mosquito; alertar os alunos sobre os sintomas da Dengue; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; quantificar elementos relacionados à estação; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; conhecer e resolver operação matemática simples (adição); conhecer e recitar poesia sobre o tema.
Placa de proibido Dengue
OUTUBRO
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Cantigas de roda
Desenvolver hipóteses sobre a escrita de cantigas conhecidas; começar a reproduzir a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; conhecer as cantigas cantadas pelas pessoas mais velhas; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; quantificar elementos relacionados à estação; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; conhecer e resolver operações matemáticas simples (adição e subtração); cantar e gesticular as cantigas de roda mais conhecidas e adicionar outras ao repertório.
Lencinho branco
(tecido ou TNT)
Crianças e professor
Construir hipóteses sobre a escrita de direitos e deveres, brincadeiras, brinquedos e doces que os alunos mais gostam; começar a reproduzir a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; estimular a auto-estima; evidenciar direitos e deveres das crianças; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; conhecer e resolver operações matemáticas simples (adição e subtração); resolver problemas lógicos relacionados ao tema; cantar músicas infantis.
Brinquedo de sucata (bilboquê, pé de lata, vai e vem)
Aniversário de Mairinque
Elaborar hipóteses sobre a escrita dos símbolos da cidade: Estação, Horto Florestal, Maria Fumaça, Igreja de São José; começar a reproduzir a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; resgatar a cultura local; conhecer e cantar o Hino de Mairinque; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; conhecer e resolver operações matemáticas simples (adição e subtração); resolver problemas lógicos relacionados ao tema; cantar músicas infantis.
Maria Fumaça feita com caixa de pasta de dente e tampinhas de garrafa PET ou a foto do Francisco de Paula Mayrink
Relógio / hora
Reconhecer e relacionar a escrita de palavras relacionadas ao tema com a sua sonoridade; interpretar idéias; obter noção de tempo; identificar hora inteira e meia hora; propor a resolução de situações do cotidiano; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; desenvolver o ato de medir e comparar; conhecer poesia sobre o tema.
Relógio no braço ou de papel
NOVEMBRO / DEZEMBRO
TEMA
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
CONCLUSÃO DO PROJETO
Governantes e localização
Construir hipóteses sobre a escrita dos nomes do prefeito, presidente, cidade, estado e país; começar a reproduzir a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; localizar a cidade no mapa do Estado e este no mapa do Brasil; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; conhecer e resolver operações matemáticas simples (adição e subtração).
Mapa de Mairinque com o bairro marcado
Bandeira
Elaborar hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; começar a reproduzir a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; perceber a importância de ser patriota; identificar as formas da nossa bandeira e o significado das cores; interpretar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; organizar idéias, quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; conhecer e resolver operações matemáticas simples (adição e subtração); conhecer e recitar poesias sobre o tema.
Confecção da Bandeira do Brasil
Higiene
Desenvolver hipóteses sobre a escrita de produtos de higiene; começar a reproduzir a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; conhecer as funções e os cuidados a serem tomados com os objetos de higiene pessoal; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; conhecer e resolver operações matemáticas simples (adição e subtração); cantar músicas sobre o tema.
Sabonetes enfeitados
Verão
Desenvolver hipóteses sobre a escrita de palavras relacionadas ao tema; começar a reproduzir a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; conhecer as características e o clima da estação; conhecer métodos para aliviar o calor e de se proteger do sol; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; quantificar elementos relacionados à estação; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; conhecer e resolver operações matemáticas simples (adição e subtração); conhecer e recitar poesia sobre o tema.
Óculos de sol feito de colorset e celofane colorido nas lentes
Natal
Construir hipóteses sobre a escrita dos símbolos natalinos; começar a reproduzir a escrita cursiva; desenvolver e estimular a escrita espontânea e a oralidade; compreender o verdadeiro significado do Natal; comparar nosso clima tropical com o de outros países onde há neve e assim justificar a roupa do Papai Noel; interpretar e organizar idéias; propor a resolução de situações do cotidiano; quantificar, relacionar e agrupar informações matemáticas; desenvolver o ato de medir e comparar; reconhecer os numerais em variadas fontes de informação; resolver problemas lógicos relacionados ao tema; conhecer e resolver operações matemáticas simples (adição e subtração); cantar músicas natalinas.
Árvore de Natal
RECURSOS A SEREM UTILIZADOS
Elaboração coletiva das regras da classe; escritas espontânea, coletiva e dirigida; leituras individuais e coletivas; interpretações orais e escritas; desenhos livres e dirigidos; formas geométricas; rimas; ditados convencionais e mudo; elaboração de listas; quebra-cabeça; acrósticos; palavras-chave; cruzadinhas; caça-palavras; recorte com as mãos e com tesoura; colagem de materiais diversos; texturas; ordenação de fatos; seqüências; poesias; músicas; pintura com giz de cera, lápis de cor, com tinta a dedo, com pincel e com canudo; tangram; jogos e brincadeiras que envolvam lateralidade; letras e números móveis; montagem e produção de histórias orais e escritas, com e sem escriba (professora); datas comemorativas e seus adereços (colares; óculos; mapas; chapéu; pulseiras; relógio; semáforo; livrinhos, dedoches, cocar; tatuagens (carimbos); confete; boneco articulado; cartões; dobraduras; máscaras; confecção de brinquedos de sucata; enfeites carnavalescos, pascais e natalinos; lembrancinhas); brincadeiras dirigidas; liga-pontos; gráficos; legendas; localização geográfica; jogos diversos e suas regras (dama; bingos de animais, macho-fêmea, cores números, palavras, objetos; jogo-da-velha; circuitos; forca); parlendas.

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