domingo, 1 de agosto de 2010

A EDUCAÇÃO DA SOCIABILIDADE

A EDUCAÇÃO DA SOCIABILIDADE Descrição operativa (como funciona) “Aproveita e cria os meios adequados para relacionar-se com distintas pessoas e grupos, conseguindo se comunicar com elas, a partir do interesse e preocupação que mostra pelo que são, pelo que dizem, pelo que fazem, pelo que pensam e pelo que sentem”. A MANEIRA PESSOAL DE VIVER A SOCIABILIDADE 1. Entendo que necessito dos demais para crescer como pessoa e que tenho o dever de ajudar aos demais a melhorar. (Este é o sentido do termo “ser social”. A sociabilidade, entendida como virtude , não terá nenhum sentido se não se trata de melhorar). 2. Em minha vida habitual faço esforços para relacionar-me com diferentes pessoas e grupos. (Estes contatos permitem a vivência de outras virtudes, como a amizade, a responsabilidade social ou a compreensão. Habitualmente as pessoas, à medida que vão avançando em idade, se restringem cada vez mais nos novos contatos. Muitas vezes é pelo esforço para adaptar-se às pessoas ou situações desconhecidas). 3. Ao colocar-me em contato com pessoas desconhecidas ou pouco conhecidas, me interesso pelo que são, pelo que fazem, pelo que dizem e pelo que sentem. (Se não existe este interesse em conhecer a outros ou não o manifestamos, não poderá começar nenhum tipo de comunicação nem de relação). 4. Aproveito diferentes situações da vida habitual para estabelecer estes tipos de relação. (Existem muitas oportunidades que alguns aproveitam e outros não. Por exemplo, em um encontro de pais no colégio há alguns que sempre falam com os conhecidos e, em troca, outros pais fazem um esforço por conhecer a uma gama mais ampla de pais. O mesmo acontece em um ato social, em uma reunião de vizinhos ou em um congresso. Alguns aproveitam as viagens para conhecer pessoas novas e outros preferem não se dirigir a ninguém). 5. Crio situações com o propósito de conhecer mais pessoas. (Uma coisa é aproveitar as situações que vão surgindo e outra é organizar alguma atividade propósito. Me refiro a convidar pessoas pouco conhecidas para vir à própria casa, um convite para praticar algum esporte, a organização de alguma atividade em grupo - uma viagem ou uma excursão para os pais de alunos do mesmo colégio -). 6. Faço esforços para superar a timidez ou insegurança própria, com o fim de relacionar-me com os demais. (Há causas diferentes de falta de sociabilidade. Algumas são as mencionadas, mas também pode ser por preguiça, ou por auto-suficiência). 7. Habitualmente faço um esforço para perguntar aos demais para conhecer-lhes melhor e lhes escuto atentamente. Em termos muito práticos significa pensar em algumas perguntas que se podem fazer antes dos encontros, até que se chegue a ter esta capacidade desenvolvida). 8. Tento expressar-me de uma maneira atrativa e com entusiasmo com o fim de despertar o interesse dos demais no que estou dizendo. (Evidentemente a sociabilidade requer a comunicação entre dois. Se a outra pessoa não tem iniciativa necessito ajudar-lhe. Por outro lado, se tem iniciativa, haverá poucos problemas para desenvolver uma relação de sociabilidade). 9. Preocupo-me em ser uma pessoa culta com interesses amplos. (A comunicação requer ter interesses em comum. Têm-se alguns interesses muito limitados, unicamente poderemos ser sociáveis com aquelas pessoas quer compartilhar o mesmo interesse - um médico com outro médico, por exemplo -). 10. Observo atentamente as reações das outras pessoas com o fim de acertar nos temas que utilizo na conversação, e para saber se estou falando pouco ou muito. (Um dos problemas com respeito à sociabilidade é não saber falar mas outro, possivelmente mais difícil de dominar, é falar demais). A EDUCAÇÃO DA SOCIABILIDADE 11. Ensino aos pequenos a cumprir com as regras necessárias para conviver com outros em um mesmo espaço. (É o primeiro passo no caminho para a sociabilidade - o saber estar juntos -). 12. Organizo atividades para os pequenos nas quais necessitam aprender a contar com os demais. (A criança começa brincando sozinha, mas para jogos em equipe necessita dos demais. Neste caso terão que intervir os educadores). 13. Estimulo às crianças para que vão conhecendo a seus colegas em algum grau. (Por exemplo, ao escolher pessoas para formar parte de sua equipe estão descobrindo critérios para conhecer e para relacionar-se com os demais. Neste caso, pode ser a eficácia do colega na atividade a realizar ou sua simpatia). 14. Ajudo às crianças tímidas a desenvolver algumas capacidades concretas com o fim de aproveitá-las para inserir a criança no grupo. (Se a falta de sociabilidade está na timidez, convém não obrigar a criança diretamente para que seja mais sociável. Assim, o mais provável será que fracasse. O importante é que saiba fazer algo que os demais necessitam). 15. Ajudo aos filhos únicos ou auto-suficientes a dar-se conta da necessidade de adaptar-se ao grupo e de que não se trata de que o grupo se adapte a eles. (O filho único tem pouca experiência em adaptar-se aos demais e os auto-suficientes jamais necessitaram dos demais. Por isso ser sociável é difícil para muitos deles). 16. Tento conseguir que os adolescentes tenham amigos íntimos – é algo natural – mas também insisto para que se mantenham abertos aos demais. (Cada idade tem suas dificuldades próprias com respeito à sociabilidade. Nesta etapa seguramente o “exclusivismo” é o mais preocupante, porque leva os jovens não apenas a abandonar aos demais mas também, em alguns casos, a desprezá-los). 17. Ensino aos jovens a perguntar, com o fim de que possam conhecer aos demais. (Mediante a pergunta descobrem que os demais são interessantes, que têm algo interessante a dizer). 18. Ensino aos jovens a expressar-se em público. (Os jovens necessitam ter coisas interessantes para contar e saber contá-las. A expressão oral é um objetivo educativo pouco atendido em muitos colégios). 19. Ensino aos jovens a buscar temas conhecidos por todos quando estão em um grupo. (A integração do grupo depende de que haja temas de interesse comum. Com certa freqüência se nota como um sub-grupo começa a falar de temas que unicamente afeta a eles e os demais ficam reprimidos. Isto não apenas é “má educação” mas também uma falta de sociabilidade). 20. Ensino aos jovens a aproveitar e a criar situações para desenvolver sua sociabilidade. (Por exemplo, em reuniões para celebrar algum acontecimento, em uma viagem, em atividades paroquiais, nas atividades de um clube, em excursões ao campo, em atividades esportivas, etc.). Como proceder à auto-avaliação No texto encontram-se uma série de questões para reflexão, divididas em duas partes: 1) o grau em que se está vivendo a virtude pessoalmente . 2) o grau em que se está educando aos alunos ou aos filhos na mesma virtude. Com respeito a cada questão, situe a conduta e o esforço próprio de acordo com a escala: 5. Estou totalmente de acordo com a afirmação. Reflete minha situação pessoal. 4. A afirmação reflete minha situação em grande parte mas com alguma reserva. 3. A afirmação reflete minha situação em parte: Penso "em parte sim e em parte não". 2. A afirmação realmente não reflete minha situação ainda que seja possível que haja algo. 1. Não creio que a afirmação reflete minha situação pessoal em nada. Não me identifico com ela. Pode-se comentar as reflexões com o cônjuge ou com algum companheiro e assim estabelecer possíveis aspectos prioritários de atenção no desenvolvimento da virtude a título pessoal ou com respeito à educação dos filhos ou dos alunos. É provável que se descubram muitas possibilidades de melhoria, mas recomenda-se selecionar apenas uma ou duas, com a finalidade de tentar conseguir a melhora desejada. As reflexões apresentadas não esgotam o tema, mas dão um ponto de partida para uma auto-avaliação. Extraído do livro "Auto-avaliação das virtudes humanas", de David Isaacs.

Era para sempre ...

Espero, desespero, aguento, respiro fundo e olho o céu, talvez seja aqui que vá encontrar a força que tanto preciso. Mas nao aparece, acho que já nao está cá mais ninguem para ajudar. Onde estão entã0? onde foram todos aqueles que dizem que tudo está bem mesmo quando é o fim do mundo? Onde estão aqueles que trazem de volta o sorriso?
Mas será que sou eu que não os vejo? Mudaram assim tanto que já não os reconheço? Não, não é possivel. Fui eu quem mudou e deixei de ver aquilo que realmente importa. Se não é do céu que vem a ajuda , é melhor continuar a procurar.Ando ando e ando, mas não há nada que traga de volta a força de viver, a esperança foi levada pelas lágrimas, e agora nao resta nada, apenas aquele vazio que nada consegue preencher.
É estranho viver assim. Não tem lógica: se o amor é o sentimento mais forte, é o que nos faz tão bem, e nos faz ter alguém lá para nós, porque é que me destruiu?Se o amor é a razão de viver porque é que o meu desapareceu? Fui eu? Eu tentei e voltei a tentar vezes sem conta, não resultou. Agora que tudo se foi , e que já não há vontade de lutar pela felicidade, simplesmente espero, eu espero aqui que um dia apareças bem em frente aos meus olhos e que finalmente saiba que és tu, que é de ti que eu estou a espera e que contigo venha de novo o sorriso, a felicidade e a vontade de te ter sempre ao meu lado .

ALFABETO DO AMIGO













































































































































































































































































































Piercing: Os perigos da vaidade

Piercing: Os perigos da vaidade
Colocar um piercing na língua esconde sérios perigos: aumenta o risco de infecções crônicas e de câncer.
Ao fazer biópsia em 60 pessoas que usavam piercing havia pelo menos dois anos, a equipe do dentista Artur Cerri, da Faculdade de Odontologia da Universidade de Santo Amaro (Unisa), constatou que 40% apresentavam inflamação crônica acentuada na porção da língua em que ficava o adorno.
Do total de voluntários, 12 tinham lesões em estágio mais avançado, com perda da camada de células que recobre a língua e exposição dos tecidos mais profundos. "Em ambos os casos, as lesões podem desaparecer após a retirada do piercing ou podem se transformar em tumor benigno e até maligno", explica Cerri. "O risco de câncer aumenta mais ainda para quem fuma ou bebe", completa. O estudo, feito em colaboração com Plínio Santos, do Departamento de Patologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), detectou três casos em que os pacientes tinham lesões pré-cancerosas - em outras palavras, que poderiam virar câncer a qualquer momento.
Segundo Cerri, a movimentação do adorno metálico na língua é a causa das alterações celulares que podem originar o tumor. "Como as lesões são microscópicas, pode levar muito tempo para que sejam detectáveis a olho nu", diz.

"Os 20 Anos do ECA e as Políticas Públicas: conquistas e desafios

Câmara promoveu Seminário "Os 20 Anos do ECA e as Políticas Públicas: conquistas e desafios
O evento ocorreu nos dias 13 e 14 de julho, no auditório Nereu Ramos - Câmara dos Deputados.
Para marcar as duas décadas de vigência do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Câmara dos Deputados, através das comissões de Direitos Humanos e Minorias e de Legislação Participativa, em parceria com organizações da sociedade civil e instituições do poder público, realizará o seminário "Os 20 Anos do ECA e as Políticas Públicas: conquistas e desafios".
O evento terá início às 9h desta terça-feira (13), no auditório Nereu Ramos (Anexo 2), com programação que se estende até o final da tarde da quarta-feira (14), quando ocorrerá um debate entre representantes das candidaturas à Presidência da República sobre o tema do seminário.
A deputada Iriny Lopes (PT-ES), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, critica a falta de implementação do ECA e cobra dos governos o cumprimento das obrigações nesta área. "A violência da qual são vítimas crianças e adolescentes é o principal efeito prático gerado pela não implementação do ECA. Nos últimos sete anos, de maio de 2003 até abril passado, o Disque Denúncia Nacional registrou mais de 123 mil notificações. O desafio imediato que a sociedade brasileira tem diante de si é garantir que os governos cumpram efetivamente sua obrigação legal e moral de promover e proteger os direitos das crianças", defendeu a parlamentar, em artigo publicado no jornal O Globo, no dia 14 de junho.
Ao final do seminário, será apresentado um documento propositivo para as políticas públicas relacionadas aos direitos das crianças e adolescentes durante a próxima década, que também será entregue ao presidente Lula.
Confira a programação completa e a lista de entidades apoiadoras do seminário:
Seminário

"Os 20 Anos do ECA e as Políticas Públicas: conquistas e desafios"
Realização:
Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM)
Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados (CLP)
Apoio:
- CONANDA- Disque 100- UNICEF- OIT- INESC- CNT/SEST/SENAT- Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República- Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome- Ministério da Educação- Ministério da Saúde
*** PROGRAMAÇÃO ***
9h - Abertura
- Ministra Márcia Lopes - Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)- Ministro Paulo Vannuchi - da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SEDH)- Deputado Pedro Wilson - Membro titular da CDHM e autor do requerimento do seminário- Deputado Paulo Pimenta - Presidente da Comissão de Legislação Participativa (CLP)

09h40 - Mesa 1: Histórico e políticas atuais (Sistema de Garantia de Direitos) Coordenação da mesa: Deputado Pedro Wilson - Membro titular da CDHM/CDExpositores:- Carmen Silveira - Subsecretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNPDCA/SEDH)
- Fábio Feitosa da Silva - Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA)
- Juliana Fernandes- Coordenadora-Geral de Serviços Especializados a Famílias e Indivíduos do Departamento de Proteção Social Especial da Secretaria de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS)
- Ana Sudária de Lemos Serra - Assessora Área Técnica de Saúde do Adolescente e do Jovem do Ministério da Saúde (MS)
- Rosiléa Maria Rold Wille - Coordenadora-Geral de Direitos Humanos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do Ministério da Educação (SECAD/MEC)
11h30 - Debates

14h30 - Mesa 2 - Violência contra crianças e adolescentes e políticas de enfrentamento Coordenação da mesa: Deputado Luiz Couto - Ex-Presidente da CDHM
Expositores:- Maria Lucia Leal ("Baiana") - Pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB) sobre violência contra crianças e adolescentes
- Deputado Paulo Lustosa - Coordenador da Frente Parlamentar em Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Câmara dos Deputados
- Deputada Distrital Érika Kokai - Presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Criança e do Adolescente da Câmara Legislativa do Distrito Federal
- Leila Paiva - Coordenadora do Programa Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes - PNEVSCA
- Iolete Ribeiro da Silva - Representante do Conselho Federal de Psicologia (CFP)
16h30 - Debates e encerramento das atividades


14/07/2010 - Quarta-feira
9h - Mesa 1 - Promoção dos direitos e ações da sociedade Coordenação da mesa: Deputado Pedro Wilson - Membro titular da CDHM
- Clemildo Sá - Conselheiro Tutelar Brasília Norte
- Erivã Velasco - Secretária Nacional do Fórum Nacional DCA
- Claudia de Oliveira Ignez - Promotora de Justiça da Infância e Juventude em Minas Gerais
- José Antônio Moroni - Diretor do Instituto de Estudos Socioeconomicos (INESC)
- Isa Oliveira (Organização Internacional do Trabalho/OIT) - Secretária Executiva do Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI)
- Aline Yamamoto - Representante do Instituto Latino-americano das Nações Unidas (ILANUD)
- Norma Ferro Costa - Representante do sistema CNT/SEST/SENAT
- Jair Meneguelli - Presidente do Conselho Nacional do Sesi - Projeto Vira-Vida. SESI/CNI/CNC
11h - Debates
14h - Mesa 2 - Debate de propostas dos Presidenciáveis e dos Partidos Políticos para a Infância e Adolescência Coordenação da Mesa - Deputada Iriny Lopes - Presidente da CDHM
Deputado Paulo Pimenta - Presidente da CLP/CD
Deputada Maria do Rosário, representante da candidatura de Dilma Roussef (PT) à Presidência da República
- Edmilson Costa - representante da candidatura de Ivan Pinheiro (PCB) à Presidência da República
- Representante da candidatura de José Serra (PSDB) à Presidência da República
- Maria Alice Setúbal - Representante da candidatura de Marina Silva (PV) à Presidência da República
- Paulo Búfalo - Candidato ao governo de São Paulo pelo PSol e representante da candidatura de Plínio de Arruda Sampaio (PSol) à Presidência da República
- Edson Dorta - representante da candidatura de Rui Pimenta (PCO) à Presidência da República
- Zé Maria - candidato à à Presidência da República pelo PSTU

17h40min - Entrega do documento propositivo para a política decenal e encerramento

*****
Mais informações:
Comissão de Direitos Humanos e MinoriasCâmara dos DeputadosFone: (61) 3216.6570 / 8105.8747E-mail:
jose.tomaz@camara.gov.brSite: www.camara.gov.br/cdh
Leia a notícia original.

Senado aprova PEC do divórcio instantâneo

Senado aprova PEC do divórcio instantâneo
A mudança no texto constitucional acaba com os prazos atualmente necessários entre o fim da convivência do casal e o divórcio e exclui o instituto da separação formal. Hoje a regra é a seguinte: o divórcio pode ser pedido após um ano da separação formal (judicial ou no cartório) ou após dois anos da separação de fato (quando o casal deixa de viver junto). A partir da publicação dessa emenda constitucional, o pedido de divórcio poderá ser imediato, feito assim que o casal decidir pelo término do casamento. O que há para além desse facilitador jurídico?
O Projeto de Emenda Constitucional que regulamenta o “divórcio express" foi aprovado, em último turno, pelo Plenário do Senado Federal no último dia 07 de julho. A despeito da relevância da questão, o projeto teve pequena repercussão no período que antecedeu sua aprovação, o que denota certa indiferença da sociedade em relação às funestas conseqüências da ruptura do casamento para todos os envolvidos, notadamente para os filhos eventualmente existentes.
O reconhecimento formal do fim da sociedade conjugal é apenas um reflexo de problemas mais sérios. Observa-se, atualmente, que a mulher e o homem modernos tem sido menos capazes de assumirem compromissos duradouros, de modo que a dimensão jurídica do problema parece não ser a mais relevante em relação às rupturas dos casamentos. O alto índice de divórcios/ano não pode ser tratado como simples estatística, pois suas conseqüências vão além da mera cessação de milhares de convivências.
O cerne da questão, ao que nos parece, está no evidente despreparo dos jovens para o casamento, sendo indispensável maior investimento dos pais e de outros atores na formação de seus filhos para essa etapa da vida. O casamento requer, acima de tudo, maturidade e capacidade de enfrentar problemas e desafios, a começar pelas próprias limitações que cada um aportará ao relacionamento conjugal.
Parecem-nos oportunas, nesse contexto, as colocações bastante realistas de
Stephen Kanitz em artigo publicado na Revista Veja em 2004: "o objetivo do casamento não é escolher o melhor par possível mundo afora, mas construir o melhor relacionamento possível com quem você prometeu amar para sempre. Um dia vocês terão filhos e ao colocá-los na cama dirão a mesma frase: que irão amá-los para sempre. Não conheço pais que pensam em trocar os filhos pelos filhos mais comportados do vizinho. Não conheço filho que aceite, de início, a separação dos pais e, quando estes se separam, não sonhe com a reconciliação da família. Nem conheço filho que queira trocar os pais por outros "melhores". Eles aprendem a conviver com os pais que têm. Casamento é o compromisso de aprender a resolver as brigas e as rusgas do dia-a-dia de forma construtiva, o que muitos casais não aprendem, e alguns nem tentam aprender.(...). Para aqueles que querem ter vantagem em tudo na vida, talvez a saída seja postergar o casamento até os 80 anos. Aí, você terá certeza de tudo.”
O artigo divulgado na
Folha de São Paulo ilustra a alteração constitucional como a PEC do Amor, para os que lhe são favoráveis, ou do Desamor, para os opositores da proposta. Essa síntese, muito mais do que romântica, é sintomática do que tem acontecido na vida do ser humano atual: a banalização da sua enorme capacidade de amar sem medida.

Autor: Soraya Carvalho

Aprovada em primeiro turno pelo Senado a licença maternidade de 180 dias para todas as trabalhadoras

Aprovada em primeiro turno pelo Senado a licença maternidade de 180 dias para todas as trabalhadoras
A votação no Plenário ocorreu no último dia 07/07/2010.
Senado Federal aprova, em primeiro turno, com votos favoráveis de todos os 54 senadores presentes, o Projeto de Emenda Constitucional nº 64, de 2007, o qual altera a redação do inciso XVIII do art. 7º da Constituição Federal, para aumentar para 180 (cento e oitenta) dias a duração do período da licença à gestante.
A Confederação Nacional das Indústrias, em matéria divulgada no
Correio Braziliense, questiona quem arcará com os custos do afastamento da mãe por 180 dias.
Seja como for, os benefícios da proposta para o bem estar da família, ao nosso ver, superam o aspecto econômico da discussão. O melhor investimento que as empresas e o Estado podem realizar para a sociedade consiste em permitir que os pais e, no particular, a mãe, possa ser protagonista da atenção aos seus filhos, notadamente na primeira infância.
Conforme consta do
site do Senado, a matéria constará da Ordem do Dia da próxima sessão deliberativa ordinária do Senado, em 03/08/2010, para prosseguimento da discussão.
Autor: Soraya Carvalho

Seção Cidadania

Os malefícios da pornografia para as pessoas e filhos: entrevista com o educador João Malheiro
Os estereótipos perdem sua razão de ser nas escolas diferenciadas
A desordem moral e a desmotivação na escola
Os responsavéis pela educação, por João Malheiro
Por uma renovação cultural
Sucesso dos alunos depende muito da relação da Escola com os PaisEscola pública boa deve começar em casaOs pais perante o rendimento escolarA escolaEducação sexual nas escolasA importância do tutor no ensino médio
Esse rasgar as mãos
Referendo e reforma - A avaliação dos professores
Contra & Verso
Textos interessantes, Temas de pesquisa controversos, muito comentados e pouco conhecidos
O caso Galileu: 350 anos depois
Sala de Aula
Sugestões de atividades para os professores desenvolverem com os alunos
O aprendizado através de jogos para computador: por uma escola mais divertida e mais eficiente
Literatura & Arte
Textos literários, biografias
A Amizade ou Cícero e Riobaldo estão de acordo

Escola Certa
Dicas e links para os pais na hora de escolher a escola mais adequada para os filhos
As 1000 escolas mais bem colocadas no Enem 2008 (site Estadão.com.br)

Estojo Virtual
De onde tiramos links para muitos sites legais na Internet
Google EarthCom o Google Earth você viaja para qualquer lugar da Terra e pode ver imagens de satélite, mapas, terrenos e construções em 3D, de galáxias no espaço aos cânions dos oceanos.
Links Úteis
Sites úteis para o tema
Portal do Ministério da Educação (MEC)

Melhores pais

Bodas de Casamento
Veja um vídeo muito legal sobre Bodas de Casamento
Mãe Coragem
Uma mãe que mostra que paralisia cerebral não é motivo para se deixar de amar um filho. E mostra como se ama, e o real significado do que é amar.
Paul Simon canta para sua filha
Uma comovente canção de Paul Simon para sua filha
Pai e Filha - um comovente curta-metragem
Singelo, delicado, melancólico.
Arte em Carros Sujos
Com criatividade, até vidros sujos viram arte.
Ilusão de ótica
Ilustrações com ilusões de ótica no estilo de ESCHER.
Filme Mulher de Coragem
Você já imaginou cuidar de um bebê, trocar as fraldas, dar banho, dar de mamar...somente usando os pés? Com amor e determinação, tudo é possível.

http://www.portaldafamilia.org.br/scpais/artpais.shtml

Devem-se aceitar os filhos como são

Educamos pelo que somos e pelo que fazemos


Lei que obriga o uso de cadeirinha para crianças nos veículos entrará em vigor no Brasil em setembro

Limites na educação, de Fábio Henrique Prado de Toledo na Coluna "Assuntos de Família"

O que fazer quando uma criança quebra ou perde um dente numa queda?

O imbecil juvenil

Cabo de Guerra I - O Ambiente Externo, de André Pessoa na Coluna "Em Família"

Os malefícios da pornografia para as pessoas e filhos: entrevista com o educador João Malheiro

Os filhos e a separação dos pais, de Fábio Henrique Prado de Toledo na Coluna "Assuntos de Família"

Os malefícios da pornografia para as pessoas e filhos: entrevista com o educador João Malheiro

A imaginação das crianças

Se navegar é preciso... namorar também é

Estudo mostra que televisão limita o diálogo entre mães e filhos

Amamentação dos bebês e saúde bucal

Vídeo-palestra: Internet e os Filhos - Quem entra em sua casa pela Internet

Filhos: Quando tudo acaba em festa

11 conselhos para ensinar as crianças a pensar

Os filhos e as brigas dos pais

Cuidados básicos na saúde bucal dos bebês

A gestante e os cuidados básicos da saúde bucal

O dinheiro e os filhos

3-6 anos: A idade da fantasia

Adolescência e Maternidade, por André Fernandes, na Coluna "Lanterna na Proa"

Adolescentes, por Fábio de Toledo, na Coluna "Assuntos de Família"

Jovens: como saber se é o tempo certo de fazer algumas coisas

Como os pais podem ajudar seus filhos a crescer por meio do esporte, de Felipe Nery na Coluna "Família e Esporte"

Educar hoje, de Fábio Henrique Prado de Toledo na Coluna "Assuntos de Família"

Piercing: um presente perigoso

O Desenvolvimento Neurológico do Bebê – Uma Perspectiva Neuro-Relacional

Astros pop e o anel da pureza

Mais do que ensinar...

Adolescentes: O papel do grupo

A morte de um filho e suas repercussões familiares

França alerta para efeitos "nefastos" de TV em crianças pequenas

Crianças com TV e computador no quarto dormem menos, diz pesquisa

A problemática de um pai solteiro

A cultura do esforço, chave do êxito na formação de nossos filhos

Família: inveja e ciúme entre irmãos

Quantos filhos?

Os bebês podem aprender a ler?

Dizer "não" pode ser saudável

Programas de abstinência reduzem aborto e gravidez entre jovens

Sintomas de paixão adolescente são semelhantes a distúrbio pscicopatológico, diz estudo

O mito do cérebro imaturo dos adolescentes

Boas notas, de Paulo Geraldo na Coluna "Escola da Aldeia"

Observar os filhos para compreendê-los

Filhos com autismo

Para orientar os filhos não é necessário nenhum diploma

Estudo revela que dependência de "junk food" começa no útero materno

A Bússola de Ouro : Ateísmo para Crianças através do cinema e de livros infantis

Limites - Os pais mais bobos e inseguros da história

Filhos responsáveis: Como atuar?

Meu filho é um irresponsável

Gastar tempo com os filhos, de Fábio Toledo na Coluna "Assuntos de Família"

Como ajudar os filhos meninos a entrar na puberdade
Os pais podem e devem estar preparados para ajudar os filhos nessa passagem para a adolescência

Filhos Super-amados

Educação das crianças: Os porquês da ordem

Preguiça Acadêmica, por Tom Coelho

Crianças com auto-estima: ânimo campeão!

E com o filho...chegou o caos! ou, Como educar na Ordem

Dependência química, o que fazer?

Responsabilidade dos pais na educação para o uso das novas tecnologias

Como ensinar a vida para a criança através dos contos

Respeito aos filhos

"Marketing, Pais e Filhos", de André Pessoa na Coluna "Em Família"

A Formação do Caráter

Em foco, a Educação - Norma Emiliano

A educação da liberdade nas etapas da vida, de José Antonio Lopez Ortega Muller

Como educar sem gritos

Fonoaudiologia: A Terapia da Paciência

Declaração de Bens, a verdadeira crônica de Hélio Fraga

A turma, de Maria Lucília Bonacho

Divórcio prejudica rendimento escolar

Fatores pessoais que podem levar um adolescente a integrar bandos criminosos, de Gerardo Castillo

A escola, de Maria Lucília Bonacho

A Adolescência, uma visão Trigeracional, de Norma Emiliano

Pai, quando teremos outro irmão?, por André Pessoa

Atitudes que os Pais devem adotar no tema das relações entre moças e rapazes adolescentes, de Gerardo Castillo

O problema dos namoros prematuros e das relações pré-matrimoniais
O fato, bastante freqüente, de que a amizade íntima entre dois jovens de sexo diferente em breve desemboque no namoro não representa um problema sério em certos casos, mas em outros sim. Saiba mais...
Da arte de brincar..., de Mannoun Chimelli
Muitos pais têm a preocupação de colocar os filhos ainda pequeninos em muitos cursos e escolas especializadas pensando em estimular a criança.
Não há problema (Jack Griffin)
"Não há problema, menino", disse o pai. "Toda a gente faz o mesmo".
E os passeios, vamos lá?, de Mannoun Chimelli
Na vida familiar, os passeios em conjunto trazem maior união, oferecendo também excelentes oportunidades de entrosamento e orientação e, não raras vezes, de reconciliação.
Férias!!!, de André Pessoa
Planos para as férias... o adolescente faz já o seu por conta própria!!! Descanso merecido!!! O homem foi feito para trabalhar, mas para que possa render bem, deve descansar.
Como ajudar os filhos a superarem a inveja?
Se você suspeita que seu filho sente inveja de seus irmãos ou companheiros, convém que você encontre uma solução logo, antes de que tal inveja se converta em um mau costume.
Adolescentes, Moda e Valores
Até certo ponto é normal que um adolescente tente provocar para chamar atenção, imite seus companheiros e seus cantores favoritos, ou dê muita importância para a sua estética.
Ser Pai é ser "presente"

Como ensinar o filho a obedecer
Conheça algumas chaves para prevenir a maior parte das dificuldades que podem surgir com os filhos no campo da obediência.
Modos de Amar
Com a melhor das boas vontades, dedicamo-nos a amar os outros "ao nosso modo", mas esquecemo-nos de amá-los "ao modo deles".
Repensando a importancia do convivio familiar
Somente pela quantidade e qualidade de convívio é possível se constituir uma boa formação de afetos e educação nos filhos. Como conciliar com o trabalho?
Até que ponto é normal que um filho desobedeça?
Ainda que as condutas desobedientes sejam habituais na infância, há alguns casos em que poderíamos considerar que excedem os limites da normalidade
Meu filho é desobediente?
Muitos pais lamentam de que seus filhos sejam desobedientes e se perguntam por que saíram assim. Alguns pensam que é questão de sorte e invejam aos filhos de seus parentes ou vizinhos, que são melhores que os seus.
O silêncio dos adolescentes
Os pais desejam falar com os seus filhos adolescentes e saber o que pensam, sentem e fazem, mas os jovens não falam...Isto é normal?
Por que os filhos desobedecem?
Você já se questionou porque os filhos desobedecem? Será que isso é normal?
Desenvolvendo capacidades de 0 a 3 anos
É importante estimular a criança desde uma idade muito precoce por meio do movimento sem forçar sua natureza, para chegar a sua maturidade.
A justiça dos pais
Talvez uma das dúvidas mais freqüentes de um pai de família é se atuou justamente com seus filhos. Atuar com justiça pode ser enormemente duro para os pais e para os filhos, em alguns momentos.
O ciúme entre os filhos
Como resolver situações cotidianas de seus filhos de 0 a 6 anos: o ciúme entre os filhos.
Como educar seus filhos
Educar no futuro exige preparação dos pais. Saiba o que convém fazer em cada idade e em cada momento.
Educar adolescentes
Ainda que se mostrem renitentes em admiti-lo, os adolescentes necessitam e reclamam uma orientação clara. Uma correta escala de valores morais é o melhor antídoto contra as loucuras da adolescência.
Menos campanha e mais educação
As livrarias estão cheias de livros sobre educação focando só no imediato: como fazer a criança feliz (e não como educá-la para que possa ser feliz no futuro), como evitar os traumas infantis etc. Mas raramente falam sobre como ensinar as virtudes.
A diversão e a night
Hoje, cada vez mais, os pais ficam com os cabelos arrepiados quando ouvem a seguinte exigência do filho adolescente: "hoje à noite vou sair e não sei a que hora vou voltar."
O tempo livre dos filhos
As crianças necessitam da presença do pai e da mãe para sua educação; de um pai e de uma mãe que tenham tempo para estar com eles, com ocupação quase exclusiva nestes momentos...
Ser pai no terceiro milênio
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RESPONSABILIDADE

RESPONSABILIDADE



Descrição operativa (como funciona)










Quem tem essa virtude assume as conseqüências de seus atos intencionados, resultado das decisões que tome ou aceite; e também de seus atos não intencionados, de tal modo que os demais fiquem beneficiados o mais possível ou, pelo menos, não prejudicados; preocupando-se, ao mesmo tempo, de que as outras pessoas em quem pode influir façam o mesmo.






A EDUCAÇÃO DA RESPONSABILIDADE










1. Reconheço a tendência de cada filho/aluno em relação com a responsabilidade de tal maneira que não pressiono muito à criança, que por si própria, é responsável.






(Cada criança nasce de uma maneira diferente e há que recordar que se pode cair em um vício por um excesso da virtude. Possivelmente, esse menino responsável necessita desenvolver outras virtudes, a flexibilidade, a sinceridade ou a compreensão, por exemplo).






2. Mando aos filhos/alunos para que tenham a oportunidade de obedecer e viver a responsabilidade.






(Uma das maneiras de ser responsável é a de assumir as decisões dos demais. Isto é, obedecer-lhes. Se o educador não manda, não se pode viver a responsabilidade desta maneira).






3. Ajudo aos meninos/as a dar-se conta das decisões que estão tomando, de tal forma que possam assumir as conseqüências das mesmas.






(Por exemplo, ajudando a um filho a ver como gastou sua "mesada" semanal, a ver as conseqüências de convidar a alguns amigos e não a outros a uma festa de aniversário, a inscrever-se em uma atividade extra escolar no colégio).






4. Ofereço diferentes alternativas aos filhos/alunos para que aprendam a discernir entre as vantagens e inconvenientes de cada uma.






(Quando se trata de jovens, eles próprios podem pensar nas alternativas. Mas antes convém usar este sistema para que aprendam a descobrir as possíveis conseqüências de seus atos).






5. Me preocupo em buscar ou facilitar a informação adequada com respeito a algum tema em que o jovem vai tomar uma decisão, de tal maneira que possa tomá-la responsavelmente.






(Aqui nos referimos à etapa em que o jovem ainda não está em condições de assumir autonomamente o processo completo. De fato é freqüente encontrar meninos/as de quatorze ou quinze anos que tomam suas decisões, ou pretendem fazê-lo, com uma falta de prudência considerável. Não reconhecem os perigos ou se acham capazes de superar qualquer dificuldade. Necessitam de ajuda para ser realistas).






6. Procuro áreas de autonomia em que os jovens possam tomar suas próprias decisões autonomamente e lhes deixo agüentar as conseqüências de seus erros contanto que não sejam imprudentes.






(Quando as coisas saem mal, os educadores têm uma tendência natural a proteger o educando sem deixar-lhe crescer como conseqüência de seus próprios erros).






7. Ajudo aos jovens a dirigir sua atenção para os demais de tal forma que ajudem a seus colegas e amigos a atuar responsavelmente também.






(Ser responsável é ajudar aos demais a ser responsável. Por exemplo, uma criança poderia animar a outra a assumir as conseqüências de alguma infração das regras que cometeu, a cumprir com sua palavra, a realizar seu trabalho bem ou a obedecer a seus pais).






8. Ajudo aos jovens a reconhecer quais coisas e ante quem devem prestar contas.






(Progressivamente podem ir reconhecendo as diferentes autoridades ante quem devem prestar contas. Por exemplo, o professor, os pais, uma autoridade civil e evidentemente Deus).






9. Ensino aos filhos/alunos a consultar antes de tomar suas decisões e a quem convém recorrer em cada caso.






(De fato se trata de ajudar-lhes a descobrir quem são as autoridades em cada questão. Não se trata de recorrer ao professor para resolver uma dúvida médica e tampouco se trata de recorrer ao médico para resolver um tema escolar).






10. Ajudo aos jovens a assumir a responsabilidade de suas ações equivocadas cometidas sem intenção.






(Muitas coisas acontecem por falta de previsão ou por ingenuidade, mas também há outras em que dificilmente se pode encontrar algum elemento de responsabilidade pessoal. De todas as formas há que assumir o fato e agüentar aquelas coisas de que não nos sentimos responsáveis. Uma doença, por exemplo).






A MANEIRA PESSOAL DE VIVER A RESPONSABILIDADE










11. Assumo plenamente a responsabilidade de ser educador. Tenho uma vivência profunda da importância de minha função.






(A responsabilidade supõe este primeiro tipo de decisão consciente de responder pelo que se é. Não se trata tanto de responsabilizar-se por um conjunto de tarefas).






12. Vivo a responsabilidade prestando contas às pessoas que têm autoridade sobre mim.






(É necessário responder ante alguém para ser responsável e todas as pessoas temos alguma autoridade acima de nós).






13. Me comprometo com os valores e com as pessoas que dependem de mim buscando seu bem.






(O compromisso é conseqüência de um decisão consciente. É necessário refletir sobre o que é importante para si próprio e a seguir lutar para proteger e defender esses valores).






14. Depois de tomar uma decisão ou empreender uma ação, aguento as conseqüências se o assunto sai mal.






(Algumas pessoas tentam passar a responsabilidade a outros. Por exemplo, se um filho fracassa em seus estudos principalmente por ter pouca capacidade real para o estudo, alguns pais não o aceitam e passam a responsabilidade do fracasso ao colégio).






15. Passo um tempo tentando prever possíveis conseqüências de minhas decisões antes de tomar uma determinação.






(Na vida familiar, com frequência os pais reagem frente às situações, em vez de estudar o tema e tomar uma decisão pausada. A responsabilidade requer não apenas assumir as conseqüências dos próprios atos mas também, prever as conseqüências).






16. Assumo as conseqüências negativas de minhas ações equivocadas.






(Indicadores de que seja assim, serão, por exemplo que o educador saiba pedir desculpas quando haja cometido um erro ou que saiba retificar e não continuar adiante com teimosia em algum assunto, após perceber que se equivocou).






17. Habitualmente me comprometo com projetos depois de um estudo sério do assunto, pensando nas conseqüências positivas que pode haver para os demais e sem depender inecessariamente das opiniões dos demais.






(Algumas pessoas tendem a não comprometer-se a menos que a maioria dos demais já o tenha feito, ou unicamente quando vê que o assunto está saindo bem).






18. Apesar de que existem muitos motivos para ser responsável, entendo que o motivo fundamental tem que ser meu reconhecimento de que tenho o dever de responder ante outra pessoa ou ante Deus.






(Uma pessoa pode atuar de uma maneira que parece responsável por fins econômicos, por medo, por eficácia. Entretanto, não reconhece as exigências autênticas da responsabilidade).






19. Quando participo em reuniões em que se tomam decisões, assumo as conseqüências ainda que a decisão tomada não seja a que eu considero melhor.






(De fato responder pelas decisões tomadas em grupo é difícil. Requer uma dose suficiente de humildade).






20. Me responsabilizo do que radicalmente sou. Isto é filho/a de Deus.






(Isto requer, por exemplo, recorrer aos Sacramentos, estudar as verdades da fé, buscar uma direção espiritual, viver a fé nas relações com os demais, rezar e reconhecer a Deus como Pai).


Como proceder à auto-avaliação










No texto encontram-se uma série de afirmações para reflexão, divididas em duas partes:






1) o grau em que se está vivendo a virtude pessoalmente .






2) o grau em que se está educando aos alunos ou aos filhos na mesma virtude.






Com respeito a cada afirmação, situe a conduta e o esforço próprio de acordo com a escala:






5. Estou totalmente de acordo com a afirmação. Reflete minha situação pessoal.


4. A afirmação reflete minha situação em grande parte mas com alguma reserva.


3. A afirmação reflete minha situação em parte: Penso "em parte sim e em parte não".


2. A afirmação realmente não reflete minha situação ainda que seja possível que haja algo.


1. Não creio que a afirmação reflete minha situação pessoal em nada. Não me identifico com ela.






Podem-se comentar as reflexões próprias com o cônjuge ou com algum companheiro e assim chegar a estabelecer possíveis aspectos prioritários de atenção no desenvolvimento da virtude a título pessoal ou com respeito à educação dos filhos ou dos alunos. É provável que se descubram muitas possibilidades de melhoria, mas trata-se de selecionar nada mais que uma ou duas, com a finalidade de tentar conseguir a melhora desejada.






As reflexões apresentadas não esgotam o tema, mas dão um ponto de partida para uma auto-avaliação.














Extraído do livro "Auto-avaliação das virtudes humanas", de David Isaacs.


























A EDUCAÇÃO DA AMIZADE



A EDUCAÇÃO DA AMIZADE



Descrição operativa (como funciona)










“Chega a considerar algumas pessoas que já conhece previamente por interesses comuns de tipo profissional ou de tempo livre, diversos contatos periódicos pessoais devido a uma simpatia mútua, interessando-se, ambos, pela pessoa do outro e por sua melhora”.






A MANEIRA PESSOAL DE VIVER A AMIZADE










1. Trato às pessoas em situações de relação social ou de trabalho, pensado que alguma delas pode chegar a ser um amigo.










(A amizade supõe selecionar entre conhecidos. Se conhecemos poucas pessoas, menos possibilidades haverá para selecionar. Mas também tenho que ser consciente da possibilidade de adquirir novos amigos nessas situações).






2. Sei que para poder encontrar amigos, deve haver uma certa semelhança em nossas condições, uma certa homogeneidade e alguns interesses em comum.






(Sempre é possível estabelecer uma relação de amizade com uma pessoa muito diferente, mas tem que haver algum interesse em comum).






3. Nas relações de amizade, me preocupo pelo bem do outro, não apenas pelo objeto de interesse comum.










(Se unicamente nos interessa a outra pessoa como colega em alguma atividade de interesse comum, mas não nos interessa como pessoa, não seria correto falar de amizade. Seríamos nada mais que colegas de atividade).






4. Com as pessoas que escolhi, e que me escolheram como amigos, asseguro um número de contatos periódicos. Busco o tempo necessário para dedicar-me a meus amigos.










(A amizade é recíproca. Eu não posso nomear a outro “amigo” se o outro não quer aceitar-me como amigo. Por outra parte, a amizade supõe ter contatos com certa freqüência: ver-se, ligar-se, escrever-se, pensar no outro, rezar por ele).






5. Entendo que a qualidade da amizade aumentará de acordo com o grau em que chegue a haver maior intercâmbio de questões íntimas e exista uma maior preocupação pelo bem do outro.










(Se não existe um certo intercâmbio de questões íntimas, a ajuda mútua na relação não será possível. Tampouco se trata de abusar da entrega da intimidade, tratando temas que são mais próprios de outros tipos de relações).






6. Sou consciente de que devo cuidar dos limites da amizade com pessoas do outro sexo.










(A amizade natural leva às pessoas a compartilhar sua intimidade. Como existe a possibilidade de uma entrega íntima corporal entre homens e mulheres, convém tratar as relações de amizade com pessoas do outro sexo com prudência).






7. Estabeleço relações paterno-filiais com meus filhos, sabendo que podem surgir condições para uma maior amizade com algum deles.










(É lógico que existam maior número de interesses em comum com algum filho ou afinidade de caracteres. A relação paterno-filial é superior à relação de amizade).






8. Reconheço que, para ser bom amigo e para que um amigo meu cumpra bem como tal, devemos estar lutando para superar-nos em um conjunto de virtudes humanas.










(Por exemplo: a lealdade, a compreensão, a generosidade, o pudor, a sinceridade).






9. Tento dedicar a atenção necessária aos amigos que tenho pessoalmente, e se sou casado, também tento buscar maneiras de ter casais amigos com os quais podemos relacionar-nos à vontade.










(Não é fácil, já que com certa freqüência, os cônjuges dos amigos do cônjuge não chegam a ser amigos próprios. Entretanto, vale a pena esforçar-se para que se possa crescer juntos como casal).






10. Dou um bom exemplo no que se refere a preocupar-me por meus amigos em casa.










(Visito aos amigos que estão doentes, não falo mal deles diante dos outros membros da família, faço esforços para atender-lhes, lhes cumprimento em seus aniversários, lhes convido para vir em casa, lhes escrevo quando estou de férias).










A EDUCAÇÃO DA AMIZADE














11. Ensino às crianças pequenas a estar com os demais, a brincar com eles e a compartilhar seus interesses.










(Nestas idades precoces, não existe a amizade autêntica. Trata-se de criar situações para que se acostumem a relacionar-se com outras crianças. Mais adiante é quando começam a escolher seus amigos).






12. Em torno dos oito anos tento conseguir que as crianças comecem a brincar em equipes, comprometendo-se com eles ou a realizar atividades em grupo.










(Ainda não é a idade de escolher amigos íntimos, apesar de ser importante que aprendam a comprometer-se com um grupo ou com uma equipe, reconhecendo seu próprio papel no grupo e como os demais estão contribuindo com ele).






13. Tento criar situações para que os filhos/alunos possam relacionar-se com outros que compartilhem o mesmo tipo de valores familiares.










(Se as crianças têm esta oportunidade desde cedo, é provável que destes conhecidos, destes colegas, surjam seus amigos no futuro).






14. Tento conseguir que os filhos/alunos vão descobrindo um conjunto de virtudes humanas que possam favorecer suas possibilidades de ser bons amigos.










(Não se pode ser bom amigo sem ser virtuoso. Algumas pessoas não se dão conta disto, e se contentam com pouco, desejando unicamente que os filhos/alunos compartilhem algum tipo de interesse comum).






15. Ao chegar à adolescência lhes explico o que é a amizade e como vivê-la.










(Nunca devemos esquecer-nos da importância do processo de raciocínio. Como o tema da amizade costuma ter uma carga muito afetiva, é de especial interesse esclarecer as idéias a tempo).






16. Tento cuidar dos próprios amigos, não apenas porque sei que todos necessitamos de amigos, mas também porque será melhor que os filhos de meus amigos sejam amigos de meus filhos.










(Este tipo de atenção é o melhor remédio preventivo contra as más influências).






17. Aceito que os adolescentes vão dedicar muito tempo a seus amigos e que isto é natural e necessário.










(Haverá que exigir aos adolescentes para que continuem atendendo a sua família mas sem incomodá-los).






18. Tento introduzir aos jovens em diferentes grupos com o fim de que tenham a possibilidade de escolher amigos.










(Por exemplo: atividades paroquiais, um clube de jovens, uma associação esportiva).






19. Abrimos a casa para que nossos filhos possam convidar a seus conhecidos e amigos.










(Tampouco se trata de deixar entrar qualquer jovem, independentemente de seus critérios ou maneira habitual de ser. Um critério operativo pode ser o de dizer aos filhos que não convidem a nenhum “amigo” que não estariam dispostos a aceitar como marido de alguma de suas irmãs ou vice-versa).






20. Explico aos jovens quais são os limites de uma relação com uma pessoa do outro sexo.